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quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Exportações Brasileiras de Café

Exportações Brasileiras de Café Batem Recorde
Maior exportador e produtor mundial, o Brasil também está na disputa para se tornar o maior consumidor global do café...


Leia, abaixo, matéria da jornalista Mônica Scaramuzzo, publicada na edição de hoje do jornal Valor Econômico, na qual são abordados os expressivos números da cafeicultura brasileira no que se refere às exportações e ao consumo interno, porém, quando se fala em setor produtor, esses bons números desaparecem.

As exportações brasileiras de café bateram recorde na safra 2008/09, encerrada em junho, com cerca de 31,4 milhões de sacas negociadas, superando a marca obtida no ciclo 2002/03, quando o país colheu a maior produção de sua história e embarcou cerca de 29,5 milhões de sacas. O Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) deverá divulgar os números oficiais hoje.

Longe do brilho que tinha nos anos 50, quando o grão era líder absoluto na balança comercial brasileira, a cultura do café trava uma disputa para se manter competitiva. Apesar da pujança dos números exportados e do crescente consumo no país, os produtores afirmam que estão no vermelho, sobretudo por causa do aumento dos custos.

"O café como negócio continua muito grande no país, mas a cultura foi perdendo importância para outras atividades econômicas. Ainda assim, a cafeicultura é um dos maiores empregadores do país. Há alguns anos, o produtor sonhava com a saca do café em US$ 100. Hoje já superou os US$ 100, mas não é mais vantagem", observa o especialista Eduardo Carvalhaes, do Escritório Carvalhaes.

Maior exportador e produtor mundial, o Brasil também está na disputa para se tornar o maior consumidor global. Os planos eram que essa meta fosse alcançada em 2010, quando poderia atingir a marca de 21 milhões de sacas consumidas no país. No entanto, a desaceleração do crescimento da demanda em 2008, por conta da crise, quando as vendas subiram apenas 3,2%, para 17,66 milhões de sacas, ante uma elevação média de 5% a 6% ao ano, levou a Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic) a alterar a meta de atingir a liderança no consumo para 2012.

Para 2009, as projeções iniciais indicavam uma elevação das vendas de apenas 3%, para 18,2 milhões de sacas. Mas o desempenho nos primeiros cinco meses do ano apontou uma alta de 15,3% das vendas no mercado interno. Ainda surpreso com os números, Nathan Herszkowicz, diretor da Abic, acredita que 2009 poderá crescer acima da meta tímida estipulada de 3%, embora acredite que haverá uma desaceleração até o fim do ano. "Esses números indicam que a crise não atingiu diretamente o setor de alimentos e bebidas. Também notamos um primeiro semestre concorrido entre as indústrias de café", afirma Herszkowicz.

Para os produtores, contudo, os bons números das exportações e de vendas no mercado não chegam à cadeia. "Só está na cafeicultura quem é teimoso", diz Gilson Ximenes, presidente do Conselho Nacional do Café (CNC). Este discurso é repetido pelos produtores como um mantra, mas Ximenes diz que os custos de produção estão bem acima dos preços praticados no mercado (custo de R$ 300 para venda de R$ 270). "Não existe mais plantio novo no país. O que há é renovação dos cafezais. E é muito difícil conseguir a liberação de recursos anunciados pelo governo para a colheita e comercialização."

O país está em plena colheita de sua safra de baixa produtividade. Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indicam produção de 39 milhões de sacas em 2009, um recuo de 15% sobre 2008.

Neste ano, o café acumula alta de 3,1% em Nova York. A valorização reflete o equilíbrio entre a oferta e demanda mundial. Carvalhaes lembra que apesar da alta dos preços do grão no mercado internacional, os preços em dólar não são mais atraentes. "Os contratos de Nova York têm o café colombiano como referência. Os grãos do Brasil, o maior produtor, têm desconto sobre Nova York. Temos que resolver o problema de imagem do Brasil. Todas as grandes redes de café, que antes hostilizavam o grão brasileiro, agora buscam café de qualidade aqui".

Como medida para elevar os preços no país, o governo federal deverá anunciar esta semana as datas para os leilões dos contratos de opção de compra, segundo Lucas Ferreira, diretor de café do Ministério da Agricultura. O governo pretende gastar R$ 1 bilhão de reais na compra de café. Esta é uma maneira encontrada pelo governo de recuperar seus estoques, hoje praticamente zerados, em torno de 600 mil sacas, ante 18 milhões de sacas à época da extinção do Instituto Brasileiro do Café (IBC).

Café Jacu ou Jacu Bird Coffee



Gente nunca é tarde para observar e amar os animais (répteis, peixes, aves, mamíferos, sem preconceito...). É moda. Eu estou até querendo contratar um olheiro pra descobrir um destes nichos pra mim (RsRsRs). Vejam só: tem o café Kopi Luwak, originário da Indonésia, recolhido das fezes do gato; os grãos de café cuspidos pelos macacos, das montanhas de Taiwan; e agora o Jacu Bird Coffe, bebida preparada com grãos que já passaram pelo sistema digestivo do jacú. Uma história que vale à pena conhecer.

O Armazém Café
Heloisa Pedrosa Máxima Comunicação - 01/04/2009)

Por curiosidade, o pessoal tem vindo experimentar. É um café exótico e todos que provam dizem que valeu a pena”. É assim que Cristina Rodrigues Maulaz, proprietária do “O Armazém Café”, explica a procura dos londrinenses pelo Café Jacu ou Jacu Bird Coffee. No estabelecimento, essa bebida é a grande novidade e também motivo de muitas piadinhas.

Tanto “frisson” explica-se pelo fato de que o Café Jacu passa por uma etapa em seu processo de produção que os outros cafés não passam: o sistema digestivo do pássaro Jacu. A ave, que dá nome à bebida, come os frutos mais doces do cafezal. Algum tempo depois o pássaro defeca e, nas fezes, os grãos que serão utilizados para fazer o café encontram-se inteiros. Aí então, os grãos em meio às fezes são lavados, postos para secar e beneficiados. É essa fase da fabricação que diferencia o Jacu Bird Coffee dos demais cafés especiais.

Um café para ser considerado gourmet (ou especial), segue uma série de padrões diferenciados durante a produção (que vão desde o tipo de solo até a espécie dos grãos). O Café Jacu, além de ser gourmet depende também da “ajuda” do pássaro durante a produção e, por isso, é mais caro.

No Armazém Café, uma xícara do expresso dessa variedade custa dez reais. Se o cliente quiser adquirir o café moído é necessário fazer uma encomenda e um quilo do produto custa em torno de 270 reais.

Por ser uma bebida de preço elevado e de certo modo rara, o Café Jacu deve ser apreciado, segundo Cristina Maulaz, sem açúcar para sentir todo seu sabor. Quanto ao paladar, o estudante de direito Estevan Pietro, um apreciador de café, definiu o gosto da bebida. “É um café que não tem parâmetro de comparação com outro, é suave e não deixa de ter corpo, tem um after taste [aquele gostinho que fica na boca] muito bom, me lembra uma espécie de mel”, explica.

A doçura é mesmo um aspecto destacado pela maioria das pessoas que experimentam o Café Jacu. Roberta Nunes, jornalista e comerciante, provou a bebida por curiosidade e acabou gostando. “Não gosto de café expresso, mas esse tomo até sem açúcar”, elogia.

Um café criado por coincidência

O Café Jacu é um produto tipicamente brasileiro, produzido no Espírito Santo e exportado para diversos países no mundo. A história de sua criação é um tanto curiosa. De acordo com Cristina Maulaz, o proprietário da fazenda Camocim, Henrique Sloper, cultivava cafés especiais orgânicos e os Jacus eram uma praga no cafezal. Irritado com a situação, o proprietário chegou a pedir autorização do Ibama para matar os pássaros.

Nesse meio-tempo, ouviu falar de um café produzido na região da Indonésia, o kopi luwak, que passa pelo intestino de um felino. Foi daí que surgiu a idéia de aproveitar de forma similar o pássaro Jacu para a produção de um novo café. “A partir de então o dono da fazenda Camocim não quis mais matar o Jacu”, brinca Maulaz.





Café Jacu ou Jacu Bird Coffee

O Jacu Bird Coffe foi analisado, provado por especialistas e já virou matéria do Globo Rural.

Henrique Sloper de Araújo dono da fazenda Camocim (a pouco mais de 10 quilômetros de Venda Nova do Imigrantes na região de montanhas do Espírito Santo) investiu muito na produção, modernizando sua fazenda, com a cultura sendo feita a 1200 metros de altura, onde logo que se iniciaram as colheitas, verificaram que o jacu, uma ave típica brasileira, estava atacando a plantação para comer os grãos, depois defecando em torno do lugar.

O fazendeiro chegou a pedir autorização para eliminar os pássaros que estavam atacando os pés de café. No entanto, ao colher as fezes do bicho, verificou que os grãos saiam inteiros e não havia cheiro naquilo. Lembraram-se então do café de Sumatra que é colhido das feses dos gatos locais e resolveram aproveitar para uma experiência. O resultado foi excepcional e após testado no Centro de Preparação de Café do Sindicato da Cafeicultura de São Paulo pela doutora Eliana Almeida (engenheira de alimentos e jurada de concursos de café): “É raro você comprar um café com esta complexidade, com esta leveza, este café parece um licor. O gosto que fica depois é mais leve. Eu daria uns 90.” (a nota máxima é 100).

A produção, equivalente a 1% de todo café produzido na Fazenda Camocim, chamou atenção de cafeterias gourmet pelo mundo, que compram tudo o que estiver disponível. Só no final de 2008 é que Sloper começou a comercializar parte desta produção por aqui. Quem tiver interesse encontra o grão e o pó na cafeteria Grão em Grão (Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 766, tel. 2255-5611), em embalagens de 250 gramas a R$ 70,00.

Sobre o Café do Jacú:

Em Domingos Martins, café feito com sementes ingeridas pelo pássaro jacu é vendido a cerca de R$ 240,00 o quilo. A primeira produção do Café do Jacu ocorreu em 2006, com poucos quilos. Em 2008, atingiu cerca de 150 quilos. Agora. O preço? Quem dá é o produtor, que só vende quando encontra alguém que pague o valor que ele quer.





O filme “Antes de Partir” mostra um milionário sistemático que aprecia um café muito especial e se admira quando sabe por um colega de quarto de hospital a sua origem: “Kopi Luwak que é o café mais caro do mundo. No povoado de Sumatra onde os grãos são cultivados existem os gatos de algalha. Esses gatos comem os grãos, ingerem e depois defecam. Os aldeões coletam e processam as fezes. É a combinação de grãos e sucos gástricos destes gatos que dá ao Kopi Luwak o sabor e aroma que são únicos”.


O café é o Kopi Luwak e o animal envolvido é um tipo de gato. O café que ele come acaba saindo no estrume. E este café agora tem a ver com uma realidade do Espírito Santo.

A Pedra Azul é um marco da região de montanhas do Espírito Santo onde vem se aprimorando ano a ano a produção de cafés especiais. E uma fazendo perto do pé da pedra tem uma novidade.

Venda Nova do Imigrantes tem marcado a presença italiana que cultua bastante as tradições culturais com origem na Europa.

Fazenda Camocim fica a pouco mais de 10 quilômetros de Venda Nova, ainda que esteja no município de Domingos Martins. São cerca de 300 hectares de café e eucalipto, com boa parte da área ainda mato. A fazenda é cercada por várias matas, mata virgem e o jacu começou a migrar para comer o café e ia começar a dar prejuízo. Aí a gente chegou a pedir autorização para com eses jacus. Daí veio a notícia do café da Sumatra. Dái a a gente pegou o café de jacu fez um teste deu certo.


Armazém do Café



O Armazém do Café tem o compromisso de compartilhar seu conhecimento e divulgar o verdadeiro teor, aroma e sabor dos melhores cafés do Brasil. Em julho de 1997 nascia em Ipanema, no Rio de Janeiro, a primeira loja do Armazém, com a proposta de se implantar um novo conceito em café... em 2007, já contava com sete lojas espalhadas pelo Rio de Janeiro. Um dos segredos para o sucesso da rede é a boa combinação entre sofisticação e uma paixão nacional: o café. Trata-se de um conceito pioneiro na cidade, que aposta na qualidade e na variedade da bebida para atrair apreciadores. Quem está andando pelos lados do Centro (Rio de Janeiro) tem uma boa opção para fazer um lanche. No Armazém do Café - Centro você pode saborear tortas, pastéis de forno e, claro, as variadas opções de cafés da casa.

Oferecer café com o verdadeiro gosto do café foi o propósito de Marcos Modiano quando idealizou o Armazém do Café, em 1997. Inaugurada em Ipanema, a primeira loja logo se firmou como uma verdadeira cafeteria gourmet com o requinte de uma boutique especializada em café.


Na casa, o cliente escolhe: café torrado, moído na hora ou em grãos, todos selecionados por região, tipo, peneira e bebida. Não existe segredo, mas sim a experiência de dez anos da casa na seleção da melhor matéria-prima para seus produtos. Os apreciadores do bom café também podem adquirir nas lojas os grãos em saquinhos.


Brasileiros ou exportados, os cafés Arábicas-Extra Suaves assumem diversas formas no Armazém do Café. Café Rumba, Moka Brasil e Frevo são algumas delas. Ao todo, o Armazém oferece oito tipos de grãos procedentes das melhores regiões produtoras do país. Um dos mais pedidos é o Café Frevo - grão orgânico de Pernambuco. Os drinques à base de café são mais uma aposta da casa. Para acompanhá-los, pastéis integrais, quiches e waffles com sorvete são preparados a toda hora.

A grande sensação para os fãs de doce é o Submarino, uma bebida feita à base de café e que leva uma barra de chocolate derretida com leite quente. O Condensaccino, um espresso quente com leite condensado e espuma de leite também é um dos mais pedidos na cafeteria; também tem o Catalan, campeão de pedidos feito com brandy e chantilly.

No Armazém do Café, há opções bem diferenciadas de máquinas de espresso. Entre eles, a Cafeteira Retro, uma máquina de café espresso, com design original, que permite a preparação de um café espresso com o aroma e a cremosidade de uma máquina profissional e também prepara cappuccinos. Nela, é possível usar café em sache ou pó.

Para o economista Marco Modiano, proprietário do Armazém Café, que decidiu abandonar o mercado financeiro e investir no ramo de cafeteria, o importante é que a pessoa ao se decidir por ter uma boa cafeteira ou uma máquina de expresso, não use os pós de café convencionais vendidos nos supermercados. - Como as moagens são específicas o café não fica bom. A moagem mais grossa deixa o café aguado e a fina entope a peneira que fica dentro do equipamento - alerta Modiano.

No Armazém Café também é possível escolher o blend, termo usado para classificar as diferentes misturas de grãos com base em procedências e safras. Ele explica que cada vez mais o brasileiro vem adotando a degustação do café como hobby. Há demanda tanto para cafeteiras manuais italianas, onde o café sobe e desce durante seu preparo como para o charmoso modelo francês. Na máquina de expresso a bomba de pressão é a peça que faz a diferença, deixando o café cremoso. Os modelos também funcionam tanto com pó como com saches.

O café é um vinho sem álcool. Sua qualidade depende dos grãos, do solo, da colheita. A cultura do café no Brasil ainda está engatinhando porque de 1930 a 1990 era um produto tabelado. Não podíamos ter um algo de muito boa qualidade com os preços pré-fixados. Os grãos eram muito torrados. Também não havia muita ciência do que era a melhor opção. Os termos simplistas forte e fraco são insuficientes para detalhar as características de um café que pode ser mais encorpado, saboroso, aromático e suave -esclarece Modiano.

Ele avalia que entre o público que, realmente, aprecia o ritual do café estão pessoas com mais 30 anos e homens. - Os maridos dão as cafeteiras ou máquina de expresso de presente para as esposas para eles tomarem o café - brinca Modiano.

No Armazém o cliente ainda pode levar grãos já moídos para casa. O Café Armazém é o resultado da combinação de grãos rigorosamente selecionados, proveniente das melhores regiões cafeeiras do Brasil. Tem sabor forte e incorporado e um ótimo rendimento, devido ao seu ponto de torra acentuado. O Café Armazém é um produto de quem exige qualidade acima de tudo.

Seus produtos estão disponíveis em três modelos, de acordo com a qualidade da matéria prima, aroma e sabor, sendo eles: Gourmet; Supremo; Tradicional; que estão disponíveis em embalagens de: 
*café em pó
500g e 250g
*em grão para expresso 
1 kg 

Café da Manhã - Armazém do Café


O café da manhã completo vem com cappuccino, café latte, chocolate ou chá, dois croissants, dois mini pães, um pedaço de bolo, geléia ou mel, duas manteigas, uma fatia de queijo e uma de presunto, iogurte com granola, suco de laranja e mamão.


Armazém Bar Café

"Descontraído e Informal
Pequeno e Contemporâneo"

O espaço do bar noturno pioneiro no Kobrasol/São José pode assim ser definido. Com área de varanda toda em vidro e Salão Lounge com música ao vivo todos os dias. Um Happy Hour perfeito para quem quer estender a noite.

Hoje o Armazém Bar Café é palco das melhores bandas da cidade, com Dj residente comandando as sessions House da noite.

No cardápio típico de botequim, o tradicional bolinho de bacalhau, pasteizinhos de camarão, entre outras delícias. Para beber, cerveja Original e Bohemia, servidas em baldes de gelo, assim como uma vasta variedade de destilados e drinks.

Happy Hour das 18h as 20h com entrada free. Agora, de terça a sexta no Armazém Bar Café, Happy Hour em dobro! Você paga uma e ganha a outra: cerveja Bohemia long neck, Heineken long neck e Smirnoff Ice.

Som ao vivo a partir das 22h. 

O Armazém do Caffè tem disponivel todo o ano uma variedade de bebidas e preparados de café. São 86000 maneiras de tomar café, e isto é arte...
Desfrutar de boa musica todo o dia num espaço emblemático;
Tomar bebidas únicas e deliciosas;
Viajar na internet com o sistema wireless disponivel;
Mais do que um conceito é um estilo de vida.




FONTE

http://www.armazemdocafe.com.br/

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Dia da Fotografia

A fotografia é uma arte universal que fascina e encanta, é a capacidade de eternizar um momento. Em um mundo completamente imagético como é o nosso hoje, a fotografia está presente em todos os momentos. Seja de câmeras comuns, digitais, de celulares, a imagem se tornou um elemento central nesse mundo midiatizado. No dia 19 de agosto se comemora o dia do fotógrafo, uma profissão super reconhecida em todas as partes do mundo. Não basta tirar uma foto. Uma bela imagem requer todo um trabalho, feito por esses profissionais.


Foto de Cláudio Cammarota

As várias faces de Valério Vieira

Imagina um homem com uma criatividade inacreditável, nenhum recurso nas mãos e muitas idéias na cabeça. Imagina um homem, um fotógrafo produzir uma foto em 1904 onde todos os personagens, pianista, violoncelista, garçom, maître e até mesmo as figuras nos retratos das paredes tinham o mesmo rosto, o rosto dele mesmo. Imagina alguém fazendo isso sem os recursos do photoshop? Pois é, esse homem existiu, era brasileiro e se chamava Valério Vieira.

Resolvi falar dele porque gosto de fotografia, adoro histórias inusitadas e constato sempre que o diferencial entre a mesmice e o toque de gênio, é a criatividade. Exemplo? Lembro bem de uma viagem onde todos munidos de câmeras tirávamos fotos, seriam todas iguais, se não fosse por um detalhe, "alguém" antes de clicar resolveu colocar os óculos escuros na frente da lente. A mesma foto, de uma praia saiu completamente diferente, céu, mar, sol adquiriram o tom amarelo dourado cheio de nuances da lente dos óculos. Essa é a diferença, o toque, a criatividade, a poesia que se enxerga. Para fotografar é preciso ver e o sentido disso é lato sensu mesmo.

E como hoje é Dia do Fotógrafo vamos a história desse cara genial.

Em 1901, de maneira totalmente inédita à que habitualmente faziam seus colegas no Brasil, ele começou a trabalhar com fotomontagem. Não se sabe como ele teve essa idéia, se pensarmos na fotografia experimental européia e americana, veremos que ela se desenvolve de forma mais consistente no período entre-guerras e Valério Vieira não tem nada com isso.

Ele antecede esse momento. Ele não está ligado à fotografia composta, nem com a fotomontagem dadaísta desenvolvida a partir de 1916. Trata-se de algo inovador, único para aquele momento. Foi nessa época que surgiu "30 Valérios", a fotomontagem já citada acima.

Sua criatividade sem limites o faria produzir ainda uma série de panoramas que se tornariam sua marca. Certamente, pela ousadia em produzir nas duas primeiras décadas do século XX várias imagens, não só da cidade, mas de cenas rurais, em grandes dimensões.

Além da ousadia técnica de produção, esses panoramas da capital, em especial, o de 1922, produzido para a exposição comemorativa da Independência no Rio de Janeiro, representam um gesto relevante no campo da representação das cidades ao optar pela grande escala deslocando a fotografia para o campo da arte mural.

Vieira nasceu em Angra dos Reis, no Estado do Rio de Janeiro, em 16 de novembro de 1862, filho de um fazendeiro de café. Em 1875, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde freqüentou a Academia Imperial de Belas-Artes, como aluno ouvinte. Entre 1890 e 1893 morou em Ouro Preto, trabalhando como fotógrafo e pintor. Abolicionista, deu o nome de José do Patrocínio ao seu primeiro filho. Em 1894, mudou-se para São Paulo, mantendo sua residência e seu ateliê na Rua 15 de Novembro.

Foi Valério Vieira quem lançou a moda dos "retratos de formatura", cultivados principalmente pelos bacharéis da Faculdade de Direito do Largo São Francisco. Seu estúdio era freqüentado pelos principais políticos da época. Infelizmente o nosso genial fotógrafo não era muito cuidadoso e não chegou a arquivar, organizar ou mesmo catalogar suas obras, especialmente no que diz respeito às experimentações, ainda assim seu nome ficou e entrou para a história da fotografia brasileira.

Fonte:Literatus
Para o Apaixonado por Fotos e Café


Essa caneca é um trabalho com edição de imagens feito por Tebe Interesno, mas se fosse um produto para produção e venda faria sucesso!

Xícaras e Canecas





Vale a pena conferir os modelos da Chavenas Vanda, são lindas.

Canecas Promocionais

CANECAS MUGS
A Mugs é especializada em Canecas de porcelana personalizadas.

A Mugs faz todo tipo de canecas de porcelana ou cerâmica personalizadas para empresas, para brindes e eventos, personalizadas para lojas e cidades turísticas, com fotos ou caricaturas, etc.

A empresa nasceu em São Paulo-SP em 2003 e está sediada em Pedreira-SP, a capital da porcelana. A Mugs trabalha em parceria com algumas das principais indústrias de porcelana brasileiras e também é importadora de canecas de porcelana diferenciadas, que não são produzidas por nenhuma empresa no Brasil. Despachando canecas para todo o Brasil e exterior.

Blog: http://www.canecaspersonalizadas.blogspot.com/
e-mail: mugs@mugs.com.br

msn: mugs@mugs.com.br

Skype: mugs.com.br - Atendimento de 2ª à 6ª feira das 8 às 17h30.
Canecas Vono
As sopas individuais Vono tem 17 sabores as minhas preferidas são de queijo cremoso com croutons, champignon, queijo com tomate e manjericão, espinafre com queijo, abóbora com carne desfiada, carne com tomate e cebola, mandioquinha com cebola e salsa, e os novos sabores caldinho de cebola com croutons, queijo ou tomate com macarrão, carne ao curry com macarrão e peito de peru com croutons... (tirando as de frango gosto de todas...


A Ajinomoto, que produz a Vono, fez uma promoção no Estado de São Paulo. Nas grandes redes de supermercados você compra um kit com 10 sopas Vono e uma caneca exclusiva. São 3 modelos de caneca para você colecionar.

Canecas Shell e Ferrari


A marca Shell Helix de lubrificantes continua apostando nos brindes, tendo como parceira a Ferrari e, agora, nos meses de junho e julho, os consumidores têm mais um motivo para optar pela qualidade e confiabilidade do produto. Além de limpar e proteção o motor do automóvel, os clientes poderão ganhar um brinde inédito. Na compra de quatro litros de Shell Helix HX7 ou Shell Helix Ultra, o consumidor leva uma exclusiva caneca de porcelana da parceria Ferrari e Shell.

Canecas Diferentes

Canecas Divertidas


Canecas Taz Ah, de Attua Aparicio Torinos, na Unica Home.

Canecas Decoradas + bichinho de pelúcia para celular



Essa é do blog tesourapapelechimarrao

Canecas Kids



Canecas Criativas

Estas canecas vem com canetinha para você entrar na brincadeira da forca, jogo-da-velha, lista...

Café com Biscoito

Esta caneca vem com espaço paracolocar bolachas. Não sei se funciona, mas que a ideia é criativa, isso é.

Caneca Louro José

Canecas Diferentes



Essas canecas é pra quem gosta de inovar de formas diferentes. A Blue Witch tem muita coisa legal! Lá você encontra opções variadas que vão de instrumentos musicais a bichos selvagens, sempre dividido por temas. Todas as peças são feitas à mão e o preço varia entre 13 e 18 libras.



Achei lá no espaço do Daniel Pels, que aliás tem um blog interessante.

Canecas Diferentes

Caneca com Marcação Cortada


A caneca oferece uma marcação leite para "encorpar" o café, na proporção 2/3 de café e 1/3 de leite.

Caneca na Medida

Essa caneca permite que você mostre para todo mundo o que está tomando. Ou quem sabe um café onde você "configura" a caneca e o atendente faz o café exatamente como você pediu. Amei a ideia.

Aquecimento Global

Quando você derrama a bebida quente na caneca, ela simula o aquecimento global. O desenho do mapa do mundo esquenta e mostra a subida dos oceanos e a terra desaparecendo, diante de seus olhos! Para lembrar que temos que cuidar melhor do nosso planeta e reduzir o CO2.

Caneca com Sensor
Coffee Mug Reproduz som quando estiver cheia

Experimente essa de olhos fechados. Muitas vezez ao encher uma caneca ou xícara acabamos derramando o líquido. Imagine o que acontece com o cegos. Pensando nisso surgiu esta criação. A Braun desenvolveu uma caneca de café que reproduz um som quando a xícara está cheia. O Braun Bell conceito mug desempenha um sinal sonoro quando o líquido atinge o nível que é regulado na "asa" da caneca. A caneca apresenta três níveis.



Ritual do Café
Recentemente, estudantes da Academia de Engenharia e Design, de Israel foram convidados a desenhar xícaras e café que identificassem o ritual do café. Conjunto de xícaras de café nasceram dessa ideia com o objetivo de que cada modelo representasse a mistura de moléculas de café e de açúcar do mento. Assim, as experiências se renovam, e o ritual do café fica mais parecido com uma mistura de escultura, arte, design.



Confira outros modelos no Design Boom.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Café: Também é Bom Para a Saúde

É o que mostram as últimas pesquisas sobre o café. Mas o limite é quatro xícaras por dia
Anna Paula Buchalla


Descoberta em 1820 pelo químico alemão Ferdinand Runge (em resposta a um desafio feito a ele pelo poeta Wolfgang von Goethe), a cafeína é apenas uma entre as cerca de 1 000 substâncias que compõem o café. Como se trata de um estimulante poderoso, ela monopolizou a atenção dos estudiosos da bebida durante mais de um século e meio. Esse quadro mudou.

Hoje, centenas de médicos e cientistas dedicam-se ao trabalho de analisar um a um todos os elementos contidos no café. Os achados têm se revelado fascinantes. Já se concluiu que a bebida tem substâncias antioxidantes bastante potentes, como os sais minerais, a niacina (uma vitamina do complexo B) e os ácidos clorogênicos. Tais compostos, que ajudam a combater o envelhecimento das células, explicam os efeitos protetores do café contra os mais diversos males – do diabetes tipo 2 à cirrose.

A quantidade de antioxidantes existente num cafezinho supera a encontrada em outros alimentos considerados grandes fontes dessas substâncias, como maçã, banana, vinho tinto, abacate e chá verde. Isso mesmo: o café tem quase o dobro de antioxidantes do que o festejado chá verde.

Como o café é consumido em larga escala, ele se tornou para muita gente a principal fonte de antioxidantes. Essas substâncias têm sido entronizadas na medicina preventiva como os compostos naturais mais eficientes para diminuir o ritmo de progressão de doenças e evitar outras.

Um estudo coordenado pelo químico Joe Vinson, da Universidade de Scranton, na Pensilvânia, mostra que mesmo nos ricos Estados Unidos o café é a principal fonte de antioxidantes na dieta de um americano adulto. Ele contribui, em média, com 1.299 miligramas de antioxidantes por dia, quantidade mais do que suficiente para retardar o aparecimento de algumas doenças associadas ao envelhecimento. Disse Vinson a VEJA: "O café tem mesmo um papel preponderante na manutenção da saúde. Seus efeitos antioxidantes são comparáveis aos das vitaminas C e E e do betacaroteno".

Em outro estudo, conduzido por pesquisadores da Universidade Harvard, o consumo regular de café mostrou ser capaz de prevenir a maioria dos casos de uma séria doença metabólica, o diabetes tipo 2. Os pesquisadores de Harvard cruzaram dados de nove trabalhos científicos, envolvendo 200.000 pessoas. A conclusão foi chancelada recentemente por cientistas da Universidade da Califórnia.

Em um artigo publicado na revista especializada Diabetes Care, os cientistas atribuíram a redução em 60% da incidência de diabetes tipo 2 ao consumo diário de café – uma marca tão extraordinária que nenhum medicamento pode reivindicar. Outras pesquisas e testes serão necessários antes de os médicos começarem a receitar café a pacientes propensos a desenvolver a doença metabólica.

Ainda não se sabe sequer de que forma a bebida é capaz de prevenir o diabetes. O cardiologista Luiz Antonio Machado César, coordenador do grupo de estudos sobre o café e o coração, do Incor de São Paulo, adianta uma hipótese: "A cafeína talvez seja capaz de tornar as células mais sensíveis à ação da insulina".

É provável também que o benfeitor da saúde dos potenciais diabéticos deva ser procurado em outros componentes do café. Nesse caso, os ácidos clorogênicos da bebida, cuja ação antioxidante é bastante conhecida, ajudariam a reduzir as taxas de açúcar no sangue. As respostas a essa e a outras questões relativas ao café brotarão dos laboratórios nos próximos anos.

As dúvidas geradas pelas pesquisas são muitas. Às vezes elas carregam até uma pitada de orgulho nacional. Os americanos em sua maioria tomam café ralo. Pois não é que os cientistas americanos que viram propriedades anticirróticas no consumo da bebida dizem que o fígado agradece uma xícara de café – mas ele tem de ser bem ralinho.

A nutricionista italiana Chiara Trombetti diz o contrário. Para fazer bem, o café tem de ser bastante forte – como os italianos gostam. Ela diz que o café forte ajuda até a emagrecer, já que a cafeína tem o poder de acelerar o metabolismo, processo que estimula a queima de gordura. Do ponto de vista da química do sangue, o café ainda não é uma unanimidade positiva.

O processo de torrefação consegue eliminar quase todas as gorduras e os açúcares contidos no grão. O coador de papel cuida de filtrar ainda mais os lipídios e os resíduos sólidos potencialmente danosos para a saúde. Mas isso nem sempre é feito à perfeição. Teoricamente, os cafés fortes têm mais probabilidade de conter gorduras em quantidades indesejáveis. Esse senão é quase desprezível diante de tantas evidências positivas.


Algumas pesquisas já associaram o consumo regular da bebida a uma incidência menor de depressão, suicídio e alcoolismo. São tantos os benefícios oferecidos pelo café que um artigo publicado no British Journal of Nutrition perguntava, no ano passado, se ele deveria ser considerado oficialmente um alimento funcional, com o poder de prevenir e até tratar as mais diversas doenças.

Evidentemente, não é o caso de beber café como se bebe água. Inclusive porque a cafeína é um estimulante que causa dependência moderada. É consenso entre os especialistas que o consumo da bebida não deve ultrapassar quatro xícaras diárias – o equivalente a 600 mililitros. No caso das crianças, o café misturado ao leite é a forma mais aconselhável.

Um conselho aos que tomam café para se manter alertas: os estudos mais recentes sugerem que os melhores resultados são obtidos se as doses forem divididas ao longo do dia. Por exemplo, alguém que toma meio litro da bebida na parte da manhã deveria dividir essa quantidade em duas ou três vezes no decorrer do dia.

A qualidade da água é vital no processo. Para se ter uma idéia, o café expresso, o menos diluído, é composto de 98% de água. Como vovó dizia, não se deve ferver a água durante o preparo. O ponto ideal de aquecimento é o da pré-fervura, condição em que a bebida preserva seus nutrientes, entre os quais os antioxidantes.

Fonte: Veja

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Café na Merenda...

...Saúde na Escola

O café não é remédio, mas a comunidade médico-científica já considera a planta como funcional (previne doenças mantendo a saúde) ou mesmo nutracêutica (nutricional e farmacêutico). Isso porque o café não possui apenas cafeína, mas também potássio, zinco, ferro, magnésio e diversos outros minerais, embora em pequenas quantidades.

O grão do café também possui aminoácidos, proteínas, lipídeos, além de açúcares e polissacarídeos. Mas, o principal segredo: possui uma enorme quantidade de polifenóis antioxidantes, chamados ácidos clorogênicos. Durante a torra do café, esses ácidos clorogênicos formam novos compostos bioativos: os quinídeos. É nessa etapa também que as proteínas, aminoácidos, lipídeos e açúcares formam os quase mil compostos voláteis responsáveis pelo aroma característico do café. É toda essa composição que faz do café uma bebida natural e saudável.


Embora o café seja, há mais de mil anos, uma das bebidas mais consumidas em todo o mundo, sua história sempre foi recheada de preconceitos, superstições e campanhas de depreciação. Porém, pesquisas realizadas no Brasil, Estados Unidos, Europa e Japão, revelam que o café pode fazer muito bem à saúde.

Segundo os resultados dessas pesquisas, o consumo de até cinco xícaras por dia contribui na prevenção de várias doenças, como o câncer de cólon, diabetes, a doença de Parkinson e o mal de Alzheimer. Isso porque ele possui propriedades antioxidantes e protege os neurônios.

A comunidade científica já considera o café um alimento nutracêutico (nutricional e farmacêutico). O produto não é formado apenas por cafeína como é mais divulgado, mas de muitos outros componentes tão ou mais importantes - sais minerais (3 a 5%), açúcares (35 a 55%), lipídios (10 a 20%), aminoácidos (2%) e niacina ou Vitamina PP (0,5%) - e farmacêuticas - 1 a 2,5% de cafeína e 7 a 9% de ácidos clorogênicos.

Do ponto de vista alimentício, todos esses componentes fazem do café uma bebida saudável e rica em propriedades nutricionais. E, o que é muito importante, sem causar a indesejada obesidade - problema crescente e alarmante principalmente em países desenvolvidos - tanto que é recomendado a pessoas que estão fazendo dieta alimentar.

O uso farmacêutico do café, ou seja, na composição de medicamentos, já vem sendo estudado contra disfunções psíquicas e deve tornar-se realidade em, no máximo, cinco anos.

Outro preconceito, que também está acabando, é o de que café não deve ser consumido por crianças. Várias pesquisas já concluíram que o café pode e deve ser ingerido, de forma moderada, principalmente por estudantes. Isso porque a cafeína é, comprovadamente, uma substância que estimula a vigília, a atenção, a concentração, a memória e o aprendizado.

Uma xícara pequena de café, pela manhã, é o suficiente para deixar o cérebro alerta.

Concurso de Desenhos e Redações


Concurso
Todas as escolas que fazem parte do “Café na merenda, saúde na escola” participam de um concurso de redação e desenho que acontece anualmente e integra o programa. Em 2008, o concurso foi lançado no mês de junho e os alunos tiveram até o dia 20 de setembro para entregar os desenhos e redações produzidas com base no tema: “Imigrantes Japoneses da lavoura ao café”.

Para auxiliar os alunos, a ABIC forneceu exemplares do livro Arroz e Café - O Menino Japonês, da Editora Ilelis, escrito por Neir Ilelis e ilustrado em forma de mangá por Açunciara Aizawa Silva. Outro material fornecido para pesquisa foi uma reportagem da revista Espresso, Edição nº 20 - Junho/Julho/Agosto 2008, com o título: Uma árvore de ouro entre duas nações. A reportagem traz um resumo sobre o centenário da imigração japonesa no Brasil.

Para milhares de crianças brasileiras a primeira e muitas vezes a principal refeição do dia é uma mistura de café com farinha ou leite. Somada a força e a perseverança, estas crianças sobrevivem saudáveis e podem servir de exemplo para outras, ao vencerem na vida, apesar de tudo e de todos. Mas assegurar uma boa nutrição, principalmente a infantil é o maior compromisso social de toda nação.

Muitas crianças com fome são esquecidas em detrimento da preservação de árvores, da natureza e de animais selvagens, todas partes da bela natureza e do meio ambiente. Para milhares de crianças brasileiras a primeira e muitas vezes a principal refeição do dia é uma mistura de café com farinha ou leite.

Somada a força e a perseverança, estas crianças sobrevivem saudáveis e podem servir de exemplo para outras, ao vencerem na vida, apesar de tudo e de todos. Mas assegurar uma boa nutrição, principalmente a infantil é o maior compromisso social de toda nação. Muitas crianças com fome são esquecidas em detrimento da preservação de árvores, da natureza e de animais selvagens, todas partes da bela natureza e do meio ambiente.

A ABIC - Associação Brasileira da Indústria de Café, junto a indústrias associadas patrocinadoras do programa "Café na Merenda, Saúde na Escola", promoveu o Concurso de Redação e Desenho com o tema "Imigrantes Japoneses na Lavoura de Café".

O objetivo do concurso é desenvolver o pensamento, a curiosidade, a criatividade, a originalidade e o raciocínio dos alunos de escolas públicas e privadas que participam do programa, além de homenagear o centenário da imigração japonesa ao Brasil.

Em 2008 participaram três escolas que, juntas, somam 1.800 alunos: Centro Educacional Sesi, em Campinas (SP), com patrocínio do Café Canecão; a Escola Estadual Bom Jesus, em Uberlândia (MG), patrocinada pela Indústria de Café Icatril, marca Cajubá; e a Escola Municipal de Educação Infantil Jorge Amado, de Araçariguama (SP), que tem como patrocinadora a Mitsui Alimentos.

O concurso foi realizado em três níveis: Categoria I - Desenho, para alunos da 1ª e 2ª série do Ensino Fundamental; Categoria II - Redação, para alunos da 3ª e 4ª série do Ensino Fundamental; Categoria III - Redação, para alunos da 5ª a 8ª série do Ensino Fundamental.

Como prêmios, o primeiro colocado na Categoria I ganhou uma bicicleta e os vencedores das categorias II e III uma câmera fotográfica digital cada. Cada escola participante recebeu um aparelho de DVD e um televisor 20' para serem utilizados nas atividades escolares.

Fonte: Aqui!



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Saúde e alegria com café na escola



Em Juiz de Fora, a primeira fase do projeto Café na Merenda, Saúde na Escola pode ser resumida na palavra sucesso. A Toko incluiu o café com leite no cardápio da Escola Municipal Eunice Alves Vieira e a novidade agradou as 350 crianças participantes. O consumo diário do café é benéfico para a atividade intelectual, ativa o cérebro para o aprendizado escolar, favorece a memória e ainda previne doenças, ao combater a apatia e a depressão.

Todo o processo, da instalação das máquinas para o preparo da bebida, a adaptação da rede elétrica e o treinamento dos funcionários da escola, até a reposição do açúcar, leite e café, é feito sem qualquer custo para a instituição.

A fase inicial, para testes, começou em março de 2007 e o lançamento oficial do projeto foi em agosto. A festa reuniu representantes do Café Toko, Abic e Secretaria de Educação, além de pais e alunos, em um dia de diversão com o personagem Carioca.

O Pó de Café

O Pó de Café

Certa vez a filha de um cozinheiro estava se queixando de como as coisas estavam difíceis para ela.

O pai levou a filha até a cozinha, encheu três panelas com água e colocou para ferver. Numa panela ele colocou cenouras, em outra colocou ovos e, na última, pó de café. Cerca de vinte minutos depois ele apagou o fogo. Pegou as cenouras e colocou numa tigela. Retirou os ovos e colocou em outra tigela. Então pegou o café com uma concha e colocou numa xícara. Ele pediu que a filha experimentasse as cenouras. Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias. Depois, ele pediu que a filha pegasse um ovo e quebrasse. Ela obedeceu e, ao tirar a casca, verificou que o ovo endurecera com a fervura. Finalmente, ele pediu que ela tomasse um gole do café. Ela o provou. E o cozinheiro explicou:

– Cada um deles enfrentou a mesma adversidade: água fervendo. Mas a forma como cada um reagiu foi diferente. A cenoura entrou forte, firme e inflexível, mas depois de ter sido submetida à água fervendo, ela amoleceu e se tornou frágil. Os ovos eram frágeis, sua casca fina protegia o líquido interior, mas depois de terem sido fervidos, seu conteúdo se tornou mais duro e forte. O pó de café, contudo, é incomparável. Depois que foi colocado na água fervente... ele mudou a água! Perante as adversidades, você é uma cenoura, um ovo ou um pó de café?

Autor desconhecido - Fonte: RANGEL, Alexandre. O que podemos aprender com os gansos - 2. São Paulo: Original, 2004.

Aroma de café


Aroma de café estimula áreas de prazer no cérebro - Bebida tem mais de 200 componentes que são liberados no ar e que podem ser percebidos pelo olfato, por ALBERTO GASPAR/São Paulo.

O café virou mania no mundo inteiro. Mais ainda, entre os brasileiros. Acredite: os brasileiros tomam 430 milhões de cafezinhos por dia. E é esse consumo que está despertando a atenção de pesquisadores. Um centro de neurociências do Rio de Janeiro quer analisar a ação do café no cérebro, começando pelo aroma. É que, nesse aspecto, segundo os pesquisadores, não existe substância mais rica na natureza.

"Se a gente comparar o café, por exemplo, com o vinho ou com os perfumes, ele é mais rico no perfil de aromas do que qualquer uma dessas substâncias. O café tem mais de 200 componentes que são liberados no ar e que podem ser percebidos pelo olfato", diz o neurocientista Jorge Moll, da Rede Labs D'Or.

A corretora de imóveis Karen e o físico Miatã são pessoas que apreciam um bom café. Os dois fazem parte do grupo de voluntários da pesquisa. O cérebro de cada um está sendo mapeado em exames de ressonância magnética de alta qualidade. Os pesquisadores adaptaram um equipamento de anestesia para levar o aroma até os voluntários, que devem permanecer imóveis dentro do aparelho. A diferença é que, em vez de anestésico, eles inalam café enquanto são examinados.

"Podemos detectar o efeito do café em vários circuitos cerebrais. A primeira região é a da percepção olfativa, chamada córtex olfativo, onde o cheiro é percebido. Qualquer tipo de cheiro ativa essa região", explica doutor Jorge Moll.

O efeito é bem claro: qualquer cheiro é capaz de ativar os pontos. O que chama mesmo a atenção dos pesquisadores é a potência com que o aroma do café atinge, também, outras regiões do cérebro.

"A ativação das áreas do prazer acontece no tronco cerebral. São áreas que respondem fortemente a estímulos prazerosos. De certa forma, foi surpreendente ver que mesmo um aroma sutil, entregue através de vários tubos dentro de um aparelho de ressonância magnética, ativa de forma tão robusta essas regiões do prazer", revela doutor Jorge Moll. "As áreas chamadas áreas do prazer e da recompensa são ativadas por diversos estímulos prazerosos. Até a música prazerosa, por exemplo, ativa essas regiões. Sexo e diversos tipos de prazer são ativos nessas regiões, que são ricas em dopamina", completa.

Café, sexo, drogas e rock and roll? O estudo ainda vai longe. Se mexe tanto com o prazer humano, poderia o café ser fonte de um remédio natural e eficiente para promover a felicidade? A chamada medicina das emoções deve estar bem interessada nisso.

Fonte: Globo Reporter

domingo, 16 de agosto de 2009

Café por Ivana Kobilca

O café bebida aromática e estimulante, como a divulgada por todo o mundo, tem suas raízes na terra da Abissínia (atual Etiópia). Fruto de um arbusto chamado café, seu nome vem da cidade de Caffa etíope. O café tem inspirado representações na alimentação, na arte, na música... do mundo todo. A obra Kofetarica, a que bebe café, traz esta identicação do produto com o consumidor

Kofetarica, Ivana Kobilca - 1888 - Museu Nacional de Ljubljana

Ivana Kobilca (1861-1926), pintora realista eslovena (pequeno país do Leste Europeu), estudou e trabalhou em várias cidades europeias, incluindo Viena, em Sarajevo, Berlim, Paris e Munique. Foi membro da Sociedade Nacional de Belas Artes de Paris. Muitas de suas obras são retratos de cenas rurais. Posteriormente, seu estilo expressava o impressionismo.

porquecafe.com e Horadocafe

O Governo Federal via Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento criou o Porque Café um site que tem como objetivo de estimular o consumo do café. O projeto é bem bolado, utilizando redes sociais como o Twitter pra disseminar o assunto.



Lá no espaço do Eurípedes
ele diz que participou das discussões desse projeto e que também fez o layout do hotsite (a partir de uma ilustração já feita) e que tudo aconteceu assim:

"Depois de uma discussão sobre como seria a mecânica do site, sobre as referências utilizadas para a mecânica, para o vídeo, para as ilustrações, tudo, o resultado é motivo de orgulho sim, ficou muito bem feito. A referência de ilustração, Monsters Inc, Derek Art, formaram a idéia bacana que deu em um vídeo muito legal.

O Savone fez a música, o Juliano Shimizu ilustrou tudo, o Red deu aqueles toques, e o Marcel, Porno e uma galera ligeira animaram esse trabalho muito bacana. O Fabricio fez o roteiro e o Rodrigo Campos é o diretor de criação. Divirtam-se. Joguem o jogo
".

Porque Café é um hotsite que trás informações para o seu público identificado como: Produtores, distribuidores e Consumidores. As informações são relativas ao benefício que o uso do café propicia à saúde. No jogo do site o visitante tem que conseguir preparar vários tipos de café. É legal, mesmo!

Porque Café


O Governo Federal também mantém o Blog Hora do Café, com várias receitas de café, atualizado pela barista Cleia Junqueira.



Cleia Junqueira


Cleia Junqueira, proprietária da CAPHETERIA, é barista e jurada, ministra cursos de Barista, promove treinamentos, palestras e workshops sobre cafés especiais, além de fornecer consultoria para abertura de cafeterias, preparando cartas de cafés, elaborando drinks com cafés e orientando na escolha de fornecedores de A&B.

Cleia ministra em palestras e workshops no Brasil e no Exterior, levando a público seus conhecimentos e experiencia profissional adquirida como barista e jurada em Campeonatos Brasileliros de Baristas. Assim, como em seu DVD “Como apreciar um bom café”, mostra em uma linguagem clara e simples o universo dos baristas, como escolher um café gourmet ou especial, como preparar um bom café em sua casa através dos outros métodos de preparo, drinks, e receitas, além das bebidas clássicas, como cappuccino, carioca, espresso entre outros.

Atualmente Cleia é responsável por atualizar o blog Hora do Café, do Governo Federal.



Joguinho:
É bem divertido. Você tem que fazer o Super Café ir pulando até alcançar um maior número de pontos.
Clique aqui para jogar!

sábado, 15 de agosto de 2009

Café por Camille Pissarro

Jacob Camille Pissarro (Charlotte Amalie, na ilha de São Tomás nas Índias Ocidentais Dinamarquesas, hoje Ilhas Virgens Americanas, e 10 de Julho de 1830 — Paris, 13 de Novembro de 1903) foi um pintor francês, co-fundador do impressionismo, e o único que participou nas oito exposições do grupo (1874-1886).



Seu pai, Abraham Frederic Gabriel Pissarro, era português criptojudeu de Bragança, que, no final do século XVIII, quando ainda pequeno, emigrara com a sua família para Bordéus, onde na altura existia uma comunidade significativa de judeus portugueses refugiados da Inquisição. A mãe de Camille Pissarro era crioula e tinha o nome Rachel Manzano-Pomie.

Com 11 anos Camille Pissarro foi enviado a Paris para estudar num colégio interno. Voltou para a ilha São Tomás, a fim de tomar conta do negócio da família. Algum tempo depois, a sua paixão pela pintura fê-lo mudar de vida: fez em 1852 amizade com o pintor dinamarquês, Fritz Melbye e a oportunidade de concretizar seu sonho surgiu com um convite para acompanhar uma expedição do Fritz Melbye, enviado pelo governo das Antilhas Dinamarquesas, para estuda a fauna e a flora da Venezuela, onde passou dois anos.

Pissarro conquistou sua liberdade aos 23 anos. Em 1855, ele já estava em Paris com ajuda de Melbye, tentando iniciar sua carreira. O jovem antilhano fascinou-se com as telas de Camille Corot e travou amizade com Paul Cézanne, Claude Monet, Charles-François Daubigny, entre outros pintores impressionistas. Com Monet passou a sair para pintar ao ar livre, em Pontoise e Louvenciennes.

Em 1861 casou com Julie Vellay, com quem teve oito filhos.

No decorrer da guerra franco-prussiana (1870-1871), praticamente todos os seus quadros foram destruídos. Camille residia na Inglaterra, quando retornou, começou a pintar na companhia de Cézanne. Com o objectivo de descobrir novas formas de expressão, Pissarro foi um dos primeiros impressionistas a recorrer à técnica da divisão das cores através da utilização de manchas de cor isoladas – o seu quadro “The Garden of Les Mathurins at Pontoise” (1876) é um exemplo.

The Garden of Les Mathurins at Pontoise, Camille Pissarro, 1876

Em 1877 pintou “Les toits rouges, coin du village, effet d'hiver”. Durante os anos 80 juntou-se a uma nova geração de impressionistas, os “neo-impressionistas”, como Georges Seurat e Paul Signac, pintando em 1881 “Jeune fille à la baguette, paysanne assise”, experimentando o pontilhismo.

A partir de 1885, militou nas correntes anarquistas, criticando severamente a sociedade burguesa francesa, deixando-nos “Turpitudes Sociales” (1889), um álbum de desenhos. Nos anos 90 abandonou gradualmente o “neo-impressionismo”, preferindo um estilo mais flexível que melhor lhe permitisse captar as sensações da natureza, ao mesmo tempo que explorou a alteração dos efeitos da luz, tentando também exprimir o dinamismo da cidade moderna, de que são exemplos os vários quadros que pintou com vistas de Paris (“Le Boulevard Montmartre, temps de pluie, après-midi”, 1897), Dieppe, Le Havre e Ruão.

A obra de Pissarro se caracterizou por uma paleta de cores cálidas e pela firmeza com que consegue captar a atmosfera, por meio de um trabalho preciso da luz. Seu material predileto foi o óleo, mas também fez experiências com aquarelas e pastel.

A estrutura dos quadros de Pissarro encontra total correspondência na obra de Cézanne, já que foi mútua a influência entre ambos. Como professor teve como alunos Paul Gauguin e seu filho Lucien Pissarro. Ao jovem Gauguin aconselhou a utilização das cores - esses conselhos surtiram efeito e Gauguin começa a utilizar a cor no seu estado puro.

Durante seus últimos anos, realizou várias viagens pela Europa, em busca de novos temas. Hoje é considerado um dos paisagistas mais importantes do século XIX. Os seus trabalhos mais conhecidos são “Le Verger”, “Les châtaigniers à Osny” e “Place du Théâtre Français”.

Camille Pissarro morreu a 13 de Novembro de 1903 em Paris.

Obras
Le marché aux poissons - Museu Faure de Aix-les-Bains França. Roubado em Novembro de 1981.