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domingo, 14 de abril de 2013

Dia Internacional do Café


Domingo, 14 de abril, é o Dia Internacional do Café. Comemore, fazendo do preparo e consumo de uma xícara de café um maravilhoso ritual de aroma, sabor e prazer.

Maior produtor e exportador de café do mundo, e segundo maior mercado consumidor, o Brasil não poderia ficar de fora das comemorações do Dia Internacional do Café, no próximo domingo, 14 de abril. Exatamente por isso a Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC) está convocando as indústrias, cafeicultores, cooperativas, exportadores, varejo, supermercadistas, cafeterias, imprensa e todos os consumidores para celebrar a data com uma deliciosa xícara de café, não importa a forma de preparo: na cafeteira elétrica, no filtro de papel, no coador de pano, em cápsulas ou sachê, na prensa francesa, puro ou com leite, ou mesmo como ingrediente de saborosos drinques, alcoólicos ou não.



O café é um dos produtos básicos que mais se negociam no mundo todo, sendo produzido em mais de 60 países, proporcionado o sustento para mais de 125 milhões de pessoas e sendo particularmente importante para os pequenos cafeicultores, que são os responsáveis pela maior parte da produção. De acordo com a Organização Internacional do Café (OIC), entre os consumidores, o café é uma bebida universalmente popular: mais de 600 bilhões de xícaras são consumidas todos os anos.

Além da comemoração internacional, o Brasil também possui a sua própria data para homenagear essa bebida milenar: 24 de maio, Dia Nacional do Café, que foi incorporada em 2005, por sugestão da ABIC, ao Calendário Brasileiro de Eventos. Em ambas as datas, a ABIC estimula que as cafeterias e demais pontos de consumo promovam atividades diferenciadas, assim como incentiva os industriais e o varejo, principalmente o supermercadista, a realizarem ações compartilhadas, como uma decoração especial nos pontos de venda, distribuição de brindes e lançamento de produtos superiores ou gourmet, em embalagens sofisticadas e diferenciadas. Estas ações coincidem com o início do período de maior venda e consumo de café, que são justamente os meses do Outono e Inverno.

Puro e gostoso
Em suas campanhas junto aos associados e ao mercado, a ABIC vai, mais uma vez, reforçar a importância do seu Selo de Pureza, que garante isenção de adulterações, e das suas certificações para os cafés de qualidade nas categorias Tradicional, Superior e Gourmet e para os cafés sustentáveis. “Todos têm o direito de tomar um café puro e gostoso”, frisa Américo Sato, presidente da entidade. E os selos da ABIC estampados nas embalagens das marcas que são monitoradas e analisadas periodicamente, são aliados dos consumidores e garantia de produtos seguros.

Consumido diariamente e em doses moderadas (de três a quatro xícaras ao longo do dia), o café é uma bebida que dá energia e disposição, sendo ainda um momento prazeroso e reconfortante. O café também faz bem à saúde, podendo contribuir na prevenção de várias doenças, como diabetes do adulto, câncer de cólon, de fígado e de mama, e doença de Parkinson entre outras.

Todos esses benefícios fazem do café uma grande paixão entre os brasileiros, que a cada ano tanto consomem mais quanto diversificam a forma de prepará-la, em casa ou nos escritórios, passando a saborear ao longo do dia cafés puro ou com leite, ‘espresso’ e cappuccinos, além de outros diversos drinques.

Essa paixão dos brasileiros por café é comprovada pela demanda crescente do produto. Em 2012, conforme levantamento feito anualmente pela ABIC, o consumo interno foi de 20,33 milhões de sacas, um crescimento de 3,09% em relação ao período anterior, que havia sido de 19,72 milhões de sacas. Em volume, o Brasil só é superado pelos Estados Unidos, que é o maior mercado consumidor mundial.

Já o consumo per capita foi de 4,98 kg de café torrado – o maior já registrado, superando o de 1965, apurado pelo extinto IBC – Instituto Brasileiro do Café, que foi de 4,72 kg. São quase 83 litros de café para cada brasileiro, por ano. O consumo per capita brasileiro continua sendo maior que os da Itália, da França e dos EUA, mas os campeões ainda são os países nórdicos, como Finlândia, Noruega e Dinamarca.

Fazer café não é difícil, mas algumas dicas ajudam a extrair o máximo de aroma e sabor

1) Como comprar:

O café é um produto que absorve odores. Por isso, quando for ao mercado só compre se o café estiver longe de produtos de limpeza e de higiene. Depois, coloque-o em sacola separado das demais compras.


A embalagem mais tradicional é a chamada almofada (saco). O prazo de validade do café é de responsabilidade do fabricante Café recém-torrado tem mais sabor.

Vem crescendo também o uso de embalagens a vácuo (semelhante a um tijolo), um processo de embalar o café através da retirada do oxigênio. A vantagem é que tem validade mais longa, de 12 a 18 meses.

Existem outros tipos de embalagem que preservam o café por 12 meses. São aquelas que têm válvula aromática e as que têm gás inerte, normalmente nitrogênio em seu interior. Nesses dois casos, o ar interno é removido e isto ajuda a preservar o aroma e o sabor por muito tempo.

Ao comprar, verifique o prazo de validade. Muitas embalagens já trazem também informações como a origem do grão (em que região foi plantado), se a torra é clara, média ou escura.

Se você toma pouco café em casa, adquira embalagens menores, de 250 gramas. O café, em contato com o ar, oxida e perde o aroma e sabor. É melhor comprar vários pacotes menores e ir abrindo conforme a necessidade, do que comprar embalagens maiores, de 500 gramas, achando que assim está economizando. 

2) Em casa:

Guarde o pacote de café na despensa, bem longe do armário de produtos de limpeza e de higiene.
Depois de aberta, guarde a embalagem ou transfira o pó para um pote ou uma lata, que seja hermeticamente fechado, e coloque preferencialmente na geladeira. O pote tem que estar muito bem fechado para não entrar ar e, no caso da geladeira, para o café não entrar em contato com a umidade e o pó não adquirir os odores dos outros produtos e alimentos lá guardados.
O pote deve ser de uso exclusivo do café. Quando for repor o produto, lembre-se de lavá-lo e mantê-lo limpo e livre do pó anterior. Evite misturar o final de um pó de café com um novo.
O ideal é consumir o café até duas ou no máximo três semanas após aberto.

3) Cuidados

Use sempre água filtrada no preparo do café. 



Nunca ferva a água.
Nunca reaproveite o pó de café usado, chamado de borra. Jogue fora (ou aproveite para colocar nas plantas e assim combater a dengue).
Como o café é um produto que absorve qualquer odor ou perfume, só use detergente neutro para lavar todos os utensílios: chaleira, jarra de vidro, bule, porta-filtro, garrafa térmica, canecas e xícaras.
Para garantir um café bem quentinho, escalde as xícaras com água fervente antes de servir.
Nos dias mais frios, escalde o próprio bule ou recipiente antes de passar o café.
Escalde também a garrafa térmica, que deve ser de uso exclusivo para café. E lembre-se: NUNCA adoce o café e só o mantenha na garrafa térmica por no máximo 1 hora – depois disso ele fica com gosto de requentado e perde todo o sabor.
Só adoce o café na xícara, na hora que for bebê-lo.
Faça o café na quantidade ideal para o número de pessoas que vai consumi-lo. Assim, além de ter sempre um cafezinho muito gostoso, você ainda economiza e não desperdiça, jogando o café no ralo.
NUNCA requente o café.

4) Qual o melhor café?

O melhor café é aquele que a pessoa mais gosta. Existem cafés para todos os gostos e bolsos.
Uma boa forma de descobrir qual o melhor café é fazer um teste comparativo. Compre duas embalagens pequenas de duas marcas diferentes. Prepare os dois simultaneamente. Coloque um em cada xícara e primeiro sinta o aroma, aproximando o nariz na borda. Em seguida, prove o primeiro e sinta o paladar, o corpo. Depois tome um gole de água (para limpar a boca), e experimente a segunda xícara e compare os dois.
Assim fica muito fácil você descobrir qual é o café que mais lhe agrada e você pode descobrir ainda se gosta de café com torra mais escura, ou com torra mais clara; se gosta de café mais encorpado ou menos encorpado, e assim por diante.

5) Preparo do café



Medidas (independente se coado ou filtrado):
Para um pó de café com torra média use entre 6 e 8 colheres de sopa rasas para 1 litro de água (isso dá para fazer 20 xícaras – se for fazer para 4 pessoas, use 3 colheres e 250 ml de água).
Para um pó de café com torra escura use entre 5 e 6 colheres de sopa rasas para1 litro de água
Coloque o pó no coador ou filtro uniformemente e não compacte ou aperte a camada de café.
Comece molhando o café pelas beiradas. Depois, despeje a água lentamente, em fio, bem no centro. Não mexa com a colher.

6) Preparo no Coador de Pano 

É a forma de preparo mais tradicional no Brasil e resulta em uma bebida suave
Se o coador for novo, ferva-o em água com borra de café antes do primeiro uso.
Lave o coador de pano após o uso apenas com água
Guarde-o dentro da água, em pote fechado, preferencialmente na geladeira.
Troque o coador de pano pelo menos a cada 3 meses.
Nesse método, o café também pode ser misturado na água quente e posteriormente passado no coador. 

7) Preparo no Filtro de Papel 

Nesse método, obtém-se uma bebida mais encorpada.
Atenção: o filtro de papel deve ser do mesmo tamanho do porta-filtro.
O filtro de papel é descartável. Não reaprocveite

8) Reparo do Café Solúvel

O café solúvel é prático e não requer nenhum equipamento. Basta adicionar água quente (ou leite quente) ao pó.

9) Preparo na Cafeteira Italiana

Nesse equipamento, obtém-se um café cremoso e com aroma mais intenso e encorpado. Atenção: esta cafeteira exige um café com moagem mais grossa.
Fazer o café nesta cafeteira é simples. Coloca-se água no reservatório inferior e o pó de café no porta-filtro, fecha-se a cafeteira e a leve direto ao fogo. 

10) Preparo na Cafeteira Elétrica

Muito prática. A própria cafeteira aquece a água até a temperatura certa, que passa pelo filtro onde está o pó.

11) Preparo na Prensa Francesa (French Press)


Além de prática, se destaca pela mobilidade.
Utiliza um êmbolo para separar a borra. Basta colocar o pó (que deve ser moído grosso), acrescentar a água quente e empurrar o êmbolo bem próximo do café. Deixe descansar por 4 ou 5 minutos. Empurre o embolo até o final – o café filtrado sobe e os resíduos ficam ao fundo.

12) Preparo do Café Turco

Nesse método o café não é filtrado, mas é bebido com o pó de café que deve ter moagem bem fina.

Mistura-se água, pó e açúcar no ibriq, um bule de metal com cabo comprido. Leva-se ao fogo por três vezes e ao final, antes de servir, adiciona-se o cardamomo.



Fontes:

ABIC – Associação Brasileira da Indústria de Café
CPC – Centro de Preparação de Café do Sindicafé – SP

http://www.folhadecampinas.com.br/portal/2013/04/domingo-14-de-abril-e-o-dia-internacional-do-cafe/

sábado, 6 de abril de 2013

CANECA DIVERTIDA – CANECAS TERMOAPAIXONANTES

 

Elas existem aos montes, mas a dinâmica é a mesma: mudam de aparência quando entram em contato com líquido quente. Estou falando das canecas termográficas que, além de divertidas, quebram a mesmice do dia a dia. Já mostramos duas delas aqui (Pac-Man) e aqui (Morning Mug). Mas, gostamos tanto que não resistimos e selecionamos mais algumas!
CANECA6   CANECA DIVERTIDA #17 – CANECAS TERMOAPAIXONANTES

Pixel Heart – A porcelana traz um coração ao estilo geek de 8 bits vazio e sem vida. Ao preparar aquele café quentinho e completar a caneca, ele muda e fica vermelho e cheio de energia.
A porcelana custa US$11,99 (cerca de R$25) e comporta 378ml de café. Apaixonou pelo coração? Clique aqui para comprar.

CANECA5   CANECA DIVERTIDA #17 – CANECAS TERMOAPAIXONANTES



Battery Mug – Se sua energia está se esgotando, a solução é beber café! Essa caneca pode ser perfeita para essa ocasião. A proposta dela é imitar o mostrador de bateria de seu celular, para que você fique sabendo quando está na hora de “recarregar”. Nada de tomadas, ligue-se na cafeína!
A caneca comporta cerca de 295ml de café quente e está disponível para compra aqui por US$14,99 (cerca de R$31).

CANECA3   CANECA DIVERTIDA #17 – CANECAS TERMOAPAIXONANTES


Tank-up – Você considera o café um líquido que faz seu “motor” funcionar? Então, seu caso com a bebida é ainda mais sério e esta caneca é para você! Saiba sempre quando é a hora de parar tudo aquilo que você está fazendo para “encher o tanque”. Rodar por aí sem combustível pode ser arriscado… A caneca também custa US$11,99 (cerca de R$25) e está disponível aqui. Assim como a “Battery Mug”, ela comporta cerca de 295ml de cafezinho quente e delicioso.

Se você está colecionando estas belezinhas, vale lembrar que as canecas termográficas só devem ser lavadas a mão. Máquina de lavar louças podem danificar a tinta e o material.

fonte

http://www.mexidodeideias.com.br/index.php/curiosidades/caneca-divetida-17-canecas-termoapaixonantes
 

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Café com Sal

Tendência oriental ainda encontra resistência no ocidente, mas é uma aposta recente em busca de diferentes experiências
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A busca pela potencialização do sabor do café deu corpo à moda do café salgado em taiwan. no ocidente, esse tipo de combinação pode fazer muita gente torcer o nariz, mas é uma aposta recente em busca de diferentes experiências.
Hoje, toda vez que bebo o café salgado, eu penso na minha infância, na minha cidade natal. A frase, do conto Café Salgado, da escritora Shimada Coelho (www.shimadacoelho.blogspot. com), mostra algo que, à primeira vista, parece inusitado. Um café temperado com sal? No mundo, o café é conhecido por ser degustado puro ou com açúcar – ou adoçante, para quem quer uma bebida com menos calorias.
E seus acompanhamentos seguem a mesma linha: petits-fours, bolachas, chocolates. Tudo liga a bebida a toques mais doces, característica do paladar ocidental quando o assunto é café.
 
No entanto, em alguns lugares parece que a bebida do conto de Shimada ganhou adeptos. Em Taiwan, conhecida por uma gastronomia um tanto quanto exótica – insetos são servidos como petiscos, por exemplo –, tomar café salgado virou moda. A onda surgiu na rede de cafés 85ºC Bakery Cafe, a mais popular da região, que hoje tem o produto como o mais vendido da casa. Para esse povo – que tem o hábito de jogar sal nas frutas para destacar sua doçura e como traço marcante a mistura de sabores –, o novo ingrediente não parece nenhuma grande inovação no Oriente. Segundo os especialistas locais, o segredo do sucesso é a sequência de sabores que a bebida proporciona.
O sal aflora os sentidos e em seguida as papilas gustativas sentem o gosto adocicado do café.
Marcia Yoko Shimosaka, degustadora de cafés da AMSH Consultoria, esteve em Taiwan e conheceu o novo produto. Segundo ela, a ideia foi bastante divulgada pelo mundo, mas o próprio taiwanês não conhecia a nova combinação. No entanto, acha difícil que isso seja bem-aceito em outros países. Márcia teve oportunidade de provar o café salgado e conta que a sensação não foi muito agradável. “A mistura é exótica, o gosto é inexplicável. Mas não consegui dar dois goles na bebida. O cheiro do sal marinho se sobrepõe ao aroma do café.” O sal é acrescentado ao café em forma de creme, semelhante ao leite vaporizado.
“Não acredito que essa prática obtenha sucesso em outros países.” A opinião é compartilhada pela barista Isabela Raposeiras. “Acho que as pessoas vão poder entender que o café é um produto mais abrangente do que se acredita, mas ainda aposto que a cultura brasileira de café com bolo de fubá, por exemplo, será sempre mais forte. Acredito que a bebida combinada com temperos e sal, ainda por algum tempo, será uma ousadia de pessoas ligadas à gastronomia contemporânea e baristas com uma formação técnica mais profunda.”
A não ser que seja um caldo ou uma receita de comida com café, Isabela não acha que adoçar a bebida com sal seja uma combinação bem-sucedida. “Assim como também não gosto do resultado sensorial do café adoçado com o próprio açúcar. As situações felizes sensorialmente são harmonizações de café com comidas salgadas ou uso da bebida como ingrediente em receitas nas quais pode ser o fator principal ou um dos temperos que as compõem.”
MAS, POR QUE NÃO?
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Um café normalmente pede um acompanhamento. No Brasil, se você vai a uma cafeteria, não espere que lhe sirvam a bebida com um pequeno salgado. Por uma questão cultural o café vem acompanhado de minibolo, petitfour, bolachinha ou até mesmo chocolate. Mas segundo Isabela Raposeiras, o ator coadjuvante poderia ser sim um salgado. “Infelizmente hoje no Brasil é difícil alguém servir café com acompanhamentos salgados. Sempre defendi essa combinação pelo efeito que eles causam na percepção da doçura natural do café. Hoje em dia, as pessoas comem algo doce antes ou durante o café, e, consequentemente, essa percepção fica rebaixada. Se o acompanhamento for levemente salgado, a doçura do café fica relativamente maior.”
Abraçar o paladar adocicado, no caso do café, é algo fortemente visto no Brasil e também lá fora. “Os doces e a pâtisserie ainda continuam mais fortes na combinação com café”, explica
Isabela. Segundo a especialista, tudo é uma questão de harmonização. “O grande segredo é combinar um determinado café com algumas comidas, como se faz com vinhos. Isso inclui grãos diferentes, métodos de preparo, tipos de torra, entre outros. Da mesma forma que fazemos com qualquer comida e bebida, podemos harmonizar café por semelhança ou contraste, dependendo do resultado sensorial que se queira obter.”
Um dos grandes “companheiros” de um bom café, na visão da barista, é o queijo, além de carnes em geral. Uma experiência muito interessante é a de um espresso acompanhado de um pequeno pedaço de mussarela de búfala, por exemplo. Mas Isabela prefere usar o café como ingrediente na gastronomia: “Gosto muito também dos peixes mais gordos em algumas combinações com café. Se bem montada, essa harmonização pode ser muito feliz. A maneira mais fácil de não errar nas misturas é usar lácteos. Eles equilibram algumas tendências agressivas de determinadas combinações. Gosto mais de me aventurar em áreas menos óbvias, por isso uso o café na gastronomia como ingrediente. Ele é mais rico se usado em pratos salgados como parte dele do que se tentarmos apenas uma harmonização”.
Mas por que não experimentar uma combinação diferente? Tudo bem, o café com sal de Taiwan pode ser algo muito exótico, mas por curiosidade experimente a sugestão de Isabela em casa: “Nada mais maravilhoso do que um encorpado, doce e aromático espresso acompanhado por uma bela lasca de queijo Grana Padano.” Chame os amigos e faça um convite aos novos sabores!
 
fonte
 

Adoçar ou não adoçar: eis a questão!


Adicionar açúcar ao café pode mudar o sabor da bebida? Apresentamos opiniões sobre o assunto e ajudamos você a entender porque experimentar novos hábitos...

O consumo de cafés no Brasil vem crescendo anualmente. De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), entre novembro e outubro de 2010 houve um aumento de mais de 4% em relação ao mesmo período do ano anterior. A melhoria da qualidade dos cafés oferecidos à população e a consolidação do mercado de cafés gourmet são alguns dos fatores que influenciam esse aumento. A ABIC estima que este segmento apresente taxas de crescimento de 15% a 20% ao ano.

Desde que o conceito de cafés gourmet começou a ser difundido no país, há cerca de quinze anos, os especialistas em café se esforçam na tentativa de disseminar o hábito de não adoçar o café. Mas as opiniões sobre este assunto são divergentes e a maioria ainda torce o nariz quando é convidada a provar a bebida pura, ou seja, sem açúcar.

Por isso, a Espresso resolveu desvendar este mistério de uma vez por todas. Afinal, por que os conhecedores da bebida insistem em dizer que o certo é tomar o café sem adoçá-lo? Antes de ouvir algumas opiniões, vale ressaltar que o amargor da bebida, geralmente atribuído à presença da cafeína, não é tão marcante em todo e qualquer cafezinho como se imagina. Isto porque, nos cafés gourmet, o corpo, a acidez e a doçura ficam evidentes. Daí vem a premissa de que este tipo de café pode ser apreciado com ou sem açúcar.

O AÇÚCAR PELO MUNDO 

Até hoje, em algumas regiões do Sul da Itália, país berço do espresso, todo o café costuma ser servido com açúcar. Conversando com o atual barista campeão italiano, Francesco Sanapo, confirmamos este hábito. Segundo ele, ali a torra é mais escura, o que ressalta nitidamente o amargor do café. Por isso, os italianos sulistas geralmente servem a bebida com açúcar.

Mas isso não influencia a opinião de Francesco, que diz não incentivar o açúcar. “Gostaria que todos, pelo menos uma vez na vida, experimentassem o café sem açúcar. Afinal, só assim é possível conhecer o aroma e o sabor real do fruto dos cafezais.” Ele reafirma que ”il caffè buono è già dolce di suo”, ou seja, os bons cafés já são doces por si só.

Fernando Santana
Voltando às terras brasileiras, onde o consumo de café adoçado também é comum, conversamos com o barista Fernando Santana, da Doce Arte Café, de Socorro (SP). Ele conta que a maioria de seus clientes pede açúcar ou adoçante ao receber seu café. Mas, assim como o colega italiano, Fernando instiga seus clientes a experimentarem a bebida pura. “Explico que o café servido aqui é especial, com uma torra média que deixa transparecer melhor as características sensoriais do café”, completa.

Assim, quem chega à cafeteria do interior paulista é convidado a tomar o primeiro gole de café sem açúcar. “A maioria fica surpresa com o sabor e a doçura do café.” Fernando lembra o caso de um de seus clientes assíduos da cafeteria. “Toda manhã ele chegava e me pedia um ‘carioca’. Até que ofereci um café curto e sem açúcar. O primeiro gole foi seguido de uma careta. Mas, agora, ele já adora e não adoça mais.” O barista contou que, depois disso, o cliente virou o “mascote” da cafeteria. “Se ele vê alguém adoçando o café, vai até a mesa e tenta convencer a pessoa a provar a bebida ao natural.”

Seja com o sem açúcar, cada apreciador deve buscar a forma que lhe dá mais prazer ao beber o café. Sem ditar regras ou hábitos, os incentivadores do café sem açúcar – como nós da Espresso – procuram indicar a todos uma nova experiência. Mas que seja prazerosa. Se não for, o açúcar continuará sendo um bom companheiro.

QUER COM AÇÚCAR? CONHEÇA OS PRINCIPAIS TIPOS

1. AÇÚCAR DEMERARA

Granulado e de coloração amarela, possui alto teor de melaço em sua composição. Como não recebe aditivos químicos, apresenta valores nutricionais semelhantes aos do açúcar mascavo.

2. ASPARTAME

Não é açúcar, mas o resultado da combinação do ácido aspártico com a fenilalanina. Útil para pessoas com diabetes ou para quem precisa restringir o consumo de açúcar.

3. AÇÚCAR REFINADO

Passa pela etapa de refinamento com aditivos químicos como o enxofre, que tornam o produto com granulometria fina e brancura excelente. O ruim é que esse processo retira vitaminas e minerais, deixando apenas calorias sem nutrientes.

4. AÇÚCAR CRISTALIZADO

Granulado, puro, sem corantes, umidade ou empedramento. Com cristais bem definidos e granulometria homogênea.

5. AÇÚCAR ORGÂNICO

De granulação uniforme, pode ser encontrado na versão clara e dourada. Em sua produção, todos os fertilizantes químicos são substituídos por um sistema integrado de nutrição orgânica.

6. AÇÚCAR MASCAVO

É o bruto, extraído depois do cozimento do caldo de cana. Sua coloração é variável entre o caramelo e o marrom. Como não passa pela etapa de refinamento, conserva cálcio, ferro, magnésio e potássio.

7. AÇÚCAR BIODINÂMICO

Na produção deste açúcar são utilizadas substâncias altamente diluídas durante o plantio, para vitalizar as plantas e estimular seu crescimento. Ela também segue um calendário astral, com atenção à disposição da lua e dos planetas.

Fonte: Dra. Maria Del Rosario, médica nutróloga e diretora da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN).


http://revistaespresso.uol.com.br/seu-caf%C3%A9/adocar-ou-nao-adocar-eis-a-questao.html/

http://alcantara.pro.br/portal/2012/10/15/com-acucar-ou-sem-acucar/

Chemex – café coado de forma diferente



O nome pode ser diferente, mas a base da técnica é a mesma usada pela sua vovó. Assim como a Hario V60 (que já falei aqui), a Chemex faz o café coado de uma forma diferente. Seu filtro de papel grosso é dobrado em forma de cone que, depois de encaixado na garrafa e aberto, forma uma parede tripla em um dos lados. Este é o detalhe que faz toda a diferença!



De acordo com especialistas, o café fica mais leve e não apresenta nenhum tipo de resíduo. Usando o termo técnico, a xícara fica limpa. Aquele pozinho que às vezes passa pelos filtros de papel convencionais desaparece. Quando tive oportunidade, provei para me certificar de que era tudo aquilo mesmo e era! O paladar não identifica pó de café e se concentra somente no sabor. Infelizmente, não se encontra café feito na Chemex com tanta facilidade. Quando a encontra em algumas cafeterias, o preço da xícara ainda é um pouco salgado.

Por ser uma técnica pouco utilizada e conhecida aqui no Brasil, muitas pessoas acreditam que ela é novidade/inovação, mas não é. A chemex foi criada em 1941 nos Estados Unidos por um químico alemão, o senhor Peter J. Schlumbohm. Já faz um tempinho, não acham?

Eu já havia a encontrado em uma época que nem dava muita importância para o café, há 5 anos. Foi durante um inverno de Nova York, de Nova Jersey para ser mais exata, que eu a vi pela primeira vez.

Uma amiga francesa especialista em cafés, Genevieve Kappler, preparou a bebida na garrafa diferente e me ofereceu. Estranhei, aceitei, experimentei, gostei e esqueci. Tempos depois eu vi a mesma garrafa em um episódio do seriado norte americano Friends. Neste vídeo divertido, Rachel fica feliz ao descobrir que conseguia fazer café (ou pelo menos ela achou que sim). Nunca dei atenção para a tal garrafa diferente até outubro de 2011, quando me apresentaram novas formas de se fazer e pensar o café coado.

Para os curiosos de plantão, confira os vídeos abaixo que mostram esta belezinha fazendo café na prática.

 


 FONTE

http://www.mexidodeideias.com.br/index.php/curiosidades/chemex-cafe-coado-de-forma-diferente
 

terça-feira, 2 de abril de 2013

Dose Única - Café em Sachê



Dose Única - Café em Sachê

Não encontrei mais informações sobre este café, mas achei interessante a proposta.


sábado, 9 de março de 2013

Costa Café em Espírito Santo do Pinhal




Fundada em 1985, a empresa baseada em Espírito Santo do Pinhal - São Paulo. A Costa Café tem sólidas e profundas raízes assentadas numa das mais nobres regiões produtoras de cafés finos do país: a linha de fronteira Sul de Minas Gerais e Mogiana Paulista. A empresa exporta sacas aos principais mercados europeus, além de Estados Unidos, Canadá, Japão e outros.

MISSÃO PRINCÍPIOS E VALORES




O objetivo da empresa é único: atender e cumprir os compromissos assumidos com seus inúmeros clientes com precisão, eficiência e profissionalismo. Os valores da empresa estão fundamentados na ética comercial, no profundo respeito pelos clientes, pela cafeicultura e seus produtores que ao longo dos últimos anos contaram com apoio financeiro e logístico por parte da empresa.



Além disso a empresa investe na valorização contínua do seu quadro de colaboradores que contam com sólido suporte sócio econômico por parte da Costa Café. Alguns desses colaboradores estão nos quadros da empresa desde os seus primeiros dias de atividade.

FONTE

http://www.costacafe.com.br/empresa.php

domingo, 16 de dezembro de 2012

Cerveja e caipirinha de café


Uma mistura inusitada tem feito sucesso e agradado os paladares mais diversos em Santos, no litoral de São Paulo. Os responsáveis por esse feito são os baristas do Museu do Café, um dos pontos mais tradicionais da cidade, que criaram e adicionaram no cardápio novas bebidas refrescantes à base de café para que as pessoas experimentem durante o verão. Entre as bebidas mais curiosas está a cerveja de café.

A cerveja de café chegou a Santos há cerca de dois meses. A bebida é escura e é produzida em Ribeirão Preto com 6% de teor alcoólico. O barista André Almeida explica que o objetivo é desenvolver vários produtos à base de café. “Já tinham surgido diversas cervejas aqui, mas não estava dando certo. Não era tão gostosa. Quando ficava gelada não ficava tão saborosa. Essa é a que chegou mais perto do sabor do café junto com a cerveja e gelada é mais gostosa”, explica.

Almeida afirma que não demorou muito para a nova cerveja começar a fazer sucesso. Empresários de outros lugares vão até a cafeteria para comprar várias unidades. “Quando a gente adquiriu a cerveja, compramos só uma caixa. Achávamos que ia sair pouco. O pessoal começou a gostar e comprar. A pessoa que desenvolveu a cerveja fez muito certo. Gosto de cerveja e gosto de café. É impressionante”, diz. Para adquirir uma garrafa da cerveja é preciso desembolsar cerca de R$ 29.

Baristas do Museu do Café, em Santos, SP, preparam diversas bebidas com o café (Foto: Mariane Rossi/G1)

Baristas em Santos preparam diversas bebidas com o café (Foto: Mariane Rossi/G1)

Mas não é só a cerveja de café que está fazendo sucesso. A caipirinha de café é uma outra bebida que vem ganhando cada vez mais fãs. Gelada como a tradicional, mas com um gostinho de café, a bebida foi criada em Santos e leva todos os ingredientes de uma caipirinha normal. A diferença é que o gelo, ao invés de água, é de café. “Cortamos os limões em diversas etapas. Maceramos com açúcar do mesmo modo, usamos cachaça ou a cachaça de café, que também é um produto industrializado. Ao invés de colocarmos gelo normal, nós colocamos cubos de gelo de café. O objetivo é tomar a caipirinha gelada. Pelo gelo ser de café o gosto fica totalmente diferente”, explica o barista. Para fazer os cubos, basta colocar o café expresso na forma e levar para a geladeira.

Após fazer o teste e comprovar que a bebida tinha ficado exatamente como pensavam, eles deixaram a caipirinha de café disponível por uma semana para o público avaliar. A experiência deu certo e a bebida se tornou uma das mais pedidas da cafeteria. “Vendemos cerca de 30 copos por dia durante a semana. No fim de semana sempre vende mais”, conta Almeida.

Além de provar, o público também tem a oportunidade de aprender a fazer a bebida. Assim que a caipirinha começou a ser vendida, os responsáveis pelo local colocaram um vídeo demonstrativo na TV da cafeteria explicando o passo a passo sobre como fazer a caipirinha de café.

Cerveja de café é outra atração para o verão santista (Foto: Mariane Rossi/G1)

Cerveja de café é outra atração para o verão santista (Foto: Mariane Rossi/G1)

Outras opções
Outra opção bastante procurada nessa época do ano é o café havaiano. A bebida foi desenvolvida no Havaí e chegou no Brasil recentemente. No preparo, o café expresso recebe leite de coco e coco ralado por cima. “Fizemos um café curto com a espuma do leite. Nessa base, colocamos leite de coco e coco ralado. É completamente doce e leva leite condensado também”, explica. Ele diz que a bebida foi feita direcionada para o público feminino, que geralmente gosta de um café mais doce. Nesse caso, nem é preciso adicionar açúcar ou adoçante.

A gerente de qualidade da cafeteria do Museu, Brunna Cortezi, de 23 anos, é uma das responsáveis pelos cafés com um toque feminino. O café Marquesa foi feito especialmente para mulheres. Mas, ao contrário da caipirinha e da cerveja, a bebida é bem quente. Ela explica que o marquesa foi criado pelos baristas de Santos. A bebida leva chocolate em pó, licor de chocolate, uísque, duas medidas de café expresso e chantilly por cima. “Não é forte. Por isso ele é destinado às mulheres”, disse.

Café com coco também integra o cardápio do museu (Foto: Mariane Rossi/G1)

Café com coco também integra o cardápio do museu (Foto: Mariane Rossi/G1)

A barista conta que essa nova linha de bebidas veio para renovar o paladar dos fregueses e também para atrair mais mulheres à cafeteria, já que grande parte do público que consume café no local é masculino e, por conta disso, há poucos sabores destinados a elas. “Toda a mudança é positiva. Queremos atender todo o público. Resolvemos fazer esses produtos que chamam a atenção da mulher”, disse ela.

O investimento nas bebidas geladas e em inovações deu certo. “Saem muito. Começaram a sair desde outubro. Aumentou muito as vendas”, contou Almeida. Além disso, ele disse que existe muita procura por bebidas diferentes e, principalmente, pelas alcoólicas. Das 10 bebidas geladas, duas contém álcool. Já entre as quentes, quatro são alcoólicas. "Todas um gostinho diferenciado do café", finaliza.

Além do café, bebida Marquesa tem chocolate e chantilly (Foto: Mariane Rossi/G1)
Além do café, bebida Marquesa tem chocolate e chantilly (Foto: Mariane Rossi/G1)

FONTE

domingo, 2 de dezembro de 2012

Saiba mais Sobre o Café



Para os amantes do café, o Pontofrio.com apresenta este infográfico com dicas e curiosidades de uma das bebidas mais famosas do mundo. Aliás, da segunda bebida mais consumida no planeta, que além de ser deliciosa e ter variações para todos os gostos ajuda a evitar problemas no coração e, inclusive, a prevenir algumas doenças sérias. Atualmente, o Brasil é o 7º no ranking dos países que mais consomem café no mundo, o que faz do brasileiro um grande apreciador da bebida. Mas você sabe como distinguir um bom café? Descubra isso e muito mais sobre os prazeres de tomar uma boa xícara de café e compartilhe com os seus amigos, afinal, é sempre uma boa hora para um cafezinho.

 
 

 

O Brasil é um país de dimensões continentais e tem cerca de 2,2 milhões de hectares plantados com café. O café é cultivado por cerca de 300 mil produtores, em 12 estados (os cinco estados maiores são Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Paraná e Bahia). Esses produtores fazem parte, em sua maioria, de associações ou cooperativas distribuídas conforme a região de produção.
 
O Brasil é o maior produtor de café e a maior fonte mundial de cafés sustentáveis. Com dimensões continentais, o país possui uma variedade de climas, relevos, altitudes e latitudes que permitem a produção de uma ampla gama de tipos e qualidades de cafés.

A cafeicultura brasileira é uma das mais exigentes do mundo em relação a questões sociais e ambientais. A atividade cafeeira é desenvolvida com base em rígidas legislações trabalhistas e ambientais. São leis que respeitam a biodiversidade e todas as pessoas envolvidas na cafeicultura e pune rigorosamente qualquer tipo de trabalho escravo e/ou infantil nas lavouras. As leis brasileiras estão entre as mais rigorosas entre os países produtores de café.

Os produtores brasileiros preservam florestas e fauna nativa, controlam a erosão e protegem as fontes de água. A busca do equilíbrio ambiental entre flora, fauna e o café é uma constante e assegura a preservação de umas das maiores biodiversidades do mundo.

Atualmente, o café é fonte imprescindível de receita para centenas de municípios, além de ser o principal gerador de postos de trabalho na agropecuária nacional. Os expressivos desempenhos da exportação e do consumo interno de café implicam na sustentabilidade econômica do produtor e de sua atividade. O Brasil repassa 90% do preço de exportação do café ao produtor, uma das maiores taxas no mundo.

Ano a ano aumentam os investimentos em certificações, que promovem a preservação ambiental, melhores condições de vida para os trabalhadores, melhor aproveitamento das terras, além de técnicas gerenciais mais eficientes das propriedades, com uso racional de recursos. O volume expressivo de cafés sustentáveis produzidos anualmente e a alta qualidade e diversidade das safras brasileiras fazem do Brasil um fornecedor confiável e capaz de atender às necessidades dos compradores internacionais mais exigentes.



Café na internet
Entre as ações de promoção do café brasileiro está um site na internet, disponível no endereço eletrônico http://www.cafesdobrasil.com.br:8080/home-pos-evento.aspx. Na página, os internautas terão informações, nos idiomas português, inglês e espanhol, sobre produção e área plantada.



Curiosidades
- O consumo de café no mundo é de cerca de 1.600 milhões de xícaras diárias.
- Nas primeiras cafeterias turcas do início do século XVI, o café não era tomado em xícaras, mas servido bastante quente em pequenos pratos fundos.
- Até 1727, a planta do café não era cultivada no Brasil. Mas com sua adaptação ao solo brasileiro, rapidamente as primeiras sacas de grãos de café começaram a ser exportadas.
- O maior produtor mundial de café é o Brasil, seguido pelo Vietnã e pela Colômbia.
- Existem 78 países produtores de café no mundo.
- Cada xícara de café contém entre 80 e 200 mg de cafeína. Para um consumo saudável, o ideal é beber até quatro xícaras de café por dia.

FONTE

http://www.pontofrio.com.br/infografico/cafe.aspx

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

O Café, de Humberto Mauro



O CAFÉ - (1958) Filme sobre café realizado pelo pioneiro do cinema no Brasil, Humberto Mauro
Humberto Mauro (Volta Grande, 30 de abril de 1897 — 5 de novembro de 1983) foi um dos pioneiros do cinema brasileiro. Fez filmes entre 1925 e 1974, sempre com temas brasileiros. Filho de Gaetano Mauro, imigrante italiano, e de Teresa Duarte, mineira culta e poliglota, ele nasceu na Zona da Mata mineira dois anos depois da histórica sessão cinematográfica promovida pelos irmãos Lumière, em Paris. Quando criança, mudou-se com a família para Cataguases. Pioneiro do cinema no Brasil, Humberto Mauro é considerado, por muitos, o maior cineasta do país.

Desde os primeiros filmes, na gênese do cinema brasileiro, ele esboçou sua escolha: era o País que queria botar na tela. Por seus mais de 350 filmes e documentários sobre nossa realidade, foi adotado pela geração de cineastas e críticos que brotaram na década de 1960 como o pai do Cinema Novo. Para ele, era apenas um poeta da sétima arte, e completava: "O cinema nada mais é do que cachoeira. Deve ter dinamismo, beleza, continuidade eterna".

Ano: 1958
Companhia Produtora: INCE - Instituto Nacional Cinema Educativo
Direção: Mauro, Humberto
Duração: 30min
Estado: DF
Fotografia: Mauro, José A.
Outros títulos: O CAFÉ - HISTÓRIA E PENETRAÇÃO NO BRASIL;
País: BR
Processo: BP
Sinopse/Enredo:

A trajetória do café no Brasil, o plantio, a colheita, o beneficiamento, o transporte, a distribuição e o consumo. Aspectos da cidade de Ribeirão Preto, pioneira no cultivo da planta, e o Museu do Café Francisco Schmidt com relíquias, miniaturas de veículos de tração animal, bustos e esculturas de personagens ligadas ao universo cafeeiro: negros escravos, imigrantes italianos e alemães, e fazendeiros históricos.

Mapas animados demonstram o percurso do café, da origem africana passando pela Ásia, Europa, América Central e chegando ao Brasil. Queimadas e plantações de café. Na cidade de Resende, herma em homenagem a Luiz Pereira Barreto, introdutor do café bourbon no país. Casarões, fazendas e plantações do Vale do Paraíba. As formas primitivas do beneficiamento do café: pisoteamento de grãos, monjolos hidráulicos e de tração animal, e pilagem manual.

O transporte por muares em percursos longos e acidentados. A locomotiva "Baroneza", pelo Barão de Mauá, a primeira utilizada para o escoamento do café. A cidade de Campinas e as rodovias para o litoral. O porto de Santos e os navios carregados com sacas de café por guindastes e pelo trabalho dos estivadores. Animação demonstra a penetração do café no estado de São Paulo e sua posterior expansão para o sul de Minas Gerais e o norte do Paraná.

Etapas do cultivo do café: o preparo das mudas; os cuidados no plantio e na disposição dos cafezais; o combate às pragas com a pulverização aérea; os eventuais estragos da erosão e da geada; irrigação por aspersão; e a floração dos cafezais. Homens, mulheres e crianças trabalham na colheita. O transporte dos grãos por canaletas até os terreiros onde trabalhadores, com o uso de rodo ou de animais, espalham o produto para uma secagem uniforme.

A colheita do café extrafino: o especial cuidado na escolha do fruto; o maquinário que retira a poupa e peneira o café; a lavagem do produto em tanques; o transporte e o processo de secagem. As máquinas brasileiras de beneficiamento e o trabalhado feminino na escolha do café. A classificação de grãos, espécies e tipos como o moca, moquinha, bourbon, despolpado e o maragogipe. As estações de rebeneficiamento e o ensacamento mecanizado. A fiscalização do Instituto Brasileiro do Café na coleta de amostras e em testes de aroma e degustação.

Mapa demonstra a exportação do café brasileiro para os mercados do mundo inteiro. O trabalho no embarque das sacas nos portos. A torrefação doméstica e industrial e o empacotamento do Café Palheta em pó. Instruções domésticas para a conservação e a receita de preparo do café O movimento de consumo da bebida em balcão de bares. O centro desenvolvido da cidade de São Paulo, reflexo do poder econômico do café.

UM POUCO MAIS SOBRE HUMBERTO MAURO



Desde cedo se dedicou à música, tocando o violino e o bandolim. Interessado também em mecânica, ingressou no curso de engenharia em Belo Horizonte, que abandonou um anos depois para voltar a Cataguases. Como as linhas de transmissão de eletricidade chegavam à região, trabalhou na instalação de energia elétrica nas fazendas.

Foi para o Rio de Janeiro em 1916, onde trabalhou como eletricista. Aos 17 anos, vai estudar Engenharia em Belo Horizonte. Para custear os estudos, arruma emprego. Tarefa ingrata: levantava às três da manhã para colocar o dedo no barbante que amarrava pacotes da Imprensa Oficial. Retornando a Cataguases em 1920. Neste mesmo ano casou com Maria Vilela de Almeida (Dona Bebê), com quem permaneceria casado pelo resto da vida.

Em 1923, passou a se interessar por fotografia. Adquiriu uma câmera Kodak de Pedro Comello (pai da atriz Eva Nill), imigrante italiano a quem convenceu a se instalar em Cataguases como fotógrafo e de quem se tornaria amigo inseparável. Ambos compartilhavam de uma paixão pelo cinema, principalmente pelos filmes americanos de aventura. Admirava D.W. Griffith e King Vidor.

Em 1925, Mauro e Comello compraram uma câmara cinematográfica de 9,5 mm, marca Pathé, com a qual Mauro filmou um curta-metragem cômico de apenas 5 minutos de duração. Mostraram esse filme a comerciantes locais, tentando convencê-los a investir numa companhia produtora de filmes em Cataguases. Com o apoio financeiro de Homero Domingues compraram uma câmara de 35 mm e centenas de metros de filme. Mas o filme que resolveram fazer ficou inacabado.

Ainda em 1925, com a participação do negociante Agenor Cortes de Barros, fundaram em Cataguases a Phebo Sul América.

Em 1926 realizam Na Primavera da Vida e em seguida Thesouro Perdido, um filme nos moldes dos filmes de aventura americanos, com muitas e complicadas cenas de ação. Foi premiado como o melhor filme brasileiro de 1927. Este filme contou com a única participação nas telas da mulher de Mauro, com o nome artístico de Lola Lys.

Com o sucesso de Thesouro Perdido, Mauro pôde ampliar sua produtora, rebatizada de Phebo Brasil, e desenvolver filmes de acordo com sua visão pessoal. Seu trabalho seguinte, Brasa Dormida, é uma bem sucedida mistura de aventura e romance, com excelente aproveitamento dos cenários naturais, em que não falta uma excitante (para os padrões da época) cena erótica. Lançada em 1929, foi distribuída para todo o país.

Seu longa-metragem seguinte, seu último para a Phebo, Sangue Mineiro é considerado sua obra-prima em Cataguases. Lançado em julho de 1929, percorreu todo o país com sucesso de crítica e público. Aqui ele deixa de lado a aventura e faz um filme intimista, em que os únicos conflitos são os do coração.

Mauro manteve estreitas ligações com poetas e escritores modernistas da época, especialmente com os integrante do chamado Movimento Verde. Criado em Cataguases após a Semana de Arte Moderna de 1922, tinha como integrantes Rosário Fusco, Francisco Inácio Peixoto, Ascânio Lopes e Guilhermino César, dentre outros, que eram responsáveis pela edição da Revista Verde, um dos marcos da literatura modernista brasileira.

Com o surgimento da Cinédia, em 1929 ele vai para o Rio de Janeiro e começa a trabalhar com Adhemar Gonzaga, dirigindo as primeiras produções do estúdio, Barro Humano e "Lábios sem beijos", mostrando domínio na técnica do cinema falado.

O sucesso desses filmes tornou a Cinédia o estúdio mais importante da época. Em 1931 foi lançado Mulher, na qual Mauro atuou como câmera, cabendo a direção a Octavio Gabus Mendes. Seu filme seguinte, Ganga Bruta, teve dificuldades na sua realização que se prolongou de 1931 a 1933. Era um filme de estrutura narrativa revolucionária para a época, com flashbacks e cortes rápidos.

Depois de dirigir a Voz do Carnaval (1933), seu primeiro musical, troca a Cinédia pela Brasil Vita Filmes (1934), um estúdio fundado pela atriz Carmen Santos, estrela de vários filmes de Mauro. Na nova casa, fez Favela dos Meus Amores (1935) e Cidade Mulher (1936).

A convite de Edgar Roquette-Pinto, Mauro se junta ao Instituto Nacional do Cinema Educativo, onde por décadas realizou documentários sobre temas tão variados como astronomia, agricultura e música.
Enquanto trabalhou no INCE , Mauro dirigiu apenas três longas metragens: Descobrimento do Brasil (1937), com música de Villa-Lobos, Argila (1940) e Canto da Saudade (1952), onde também trabalha como ator, num papel secundário.

Afastado do cinema desde 1974, quando fez o curta-metragem "Carro de Bois", passou a viver em seu sítio Rancho Alegre, em Volta Grande, onde morreu, aos 86 anos, quase que completamente cego, após uma forte pneumonia.

Humberto Mauro é autor do mais significativo ciclo regional do cinema brasileiro, iniciado em 1926 com "Na Primavera da Vida". Durante seus últimos anos de vida, Mauro foi a inspiração principal da geração do Cinema Novo. Nelson Pereira dos Santos e Glauber Rocha eram seus admiradores declarados.

Mesmo sem dirigir, deu colaboração informal a cineastas como o próprio Nelson, para quem escreveu os diálogos em tupi-guarani de Como era gostoso o meu francês, Paulo César Saraceni e Alex Vianny.

Apesar de não ter feito carreira internacional, devido às limitações da época, foi homenageado no Festival de Cannes como um dos cineastas mais importantes do século XX.

Eis o que Ana Paula Galdini pesquisou e disse: Década de 30, cinematografia mais constante. Humberto Mauro destaca-se.

Em 1933, o primeiro filme falado para os estúdios da Cinédia, de Adhemar Gonzaga: A Voz do Carnaval com Carmem Miranda. É considerado um semi-documentário,utiliza cenas reais, gravadas ao vivo e que são mescladas com cenas de estúdio.

Documentou favela em outro semi-documentário, Favela dos Meus Amores. Imagens de um morro carioca, com a participação de uma escola de samba, a Portela
.
Em 1936 a carreira de Humberto se rendeu ao documentário. A pedido do então ministro da Educação e Saúde, Gustavo Capanema, o professor Edgar Roquete Pinto criou o Instituto Nacional de Cinema Educativo (INCE) e convidou Humberto Mauro. Filmou mais de 300 documentários de curta, entre 1936 e 1964: Dia da Pátria, Lição de Taxidermia, Vacina contra Raiva, A Velha a Fiar e Higiene Doméstica, e, a série As Brasilianas, na qual registrou exibições de músicas folclóricas.

FONTE

http://pt.wikipedia.org/wiki/Humberto_Mauro

http://www.cafefacil.com.br/blog/tag/humberto-mauro/

domingo, 14 de outubro de 2012

Linha de Café da Hario



A Hario é uma empresa japonesa que, desde 1921, valoriza a qualidade na produção e design dos seus produtos. Com a experiência dos artesãos da marca, ela vem aprimorando seus negócios e proporcionando ao mercado soluções inteligentes para o dia a dia.

A linha de café da Hario traz coadores de cerâmica, vidro e acrílico; filtros naturais; conjuntos que contam com um método profissional para coar o café extraindo o sabor original; copos que se encaixam perfeitamente nos coadores, entre outros utensílios que aproveitam toda a tecnologia para oferecer inovação e funcionalidade em seu dia a dia.

Em relação ao visual, as peças chegam com características das concepções japonesas com o uso de linhas inteligentes e simples aliadas a acabamentos elegantes!  http://bit.ly/QUVXyZ.

O segredo está nos detalhes de sua estrutura. Sua parte interna, por exemplo, apresenta linhas espirais que facilitam a expansão do pó de café no momento em que a bebida é coada. Uma abertura grande na base do coador que permite que a velocidade seja controlada. Assim, o café absorve a água durante o tempo necessário, resultando em uma bebida limpa e saborosa (sem aquele pozinho no fundo da xícara). Quem diria que detalhes tão pequenos fariam tanta diferença?

De acordo com o barista vice-campeão do Mundial de 2010, Raul Rodas, a Hario V60 pode maximizar algumas características (como acidez e doçura) do café coado. “É isso que eu chamo de bebida limpa! Sem vestígios, só café”, disse Raul durante sua palestra ministrada em parceria com Cecília Sanada (Octavio Café) e Daniela Capuano (Suplicy Cafés Especiais) no evento da Café Editora.


O filtro de papel também é diferente. Ao contrário dos tradicionais, ele é totalmente em formato de cone permitindo que a filtragem seja por igual e não deixa que o fluxo de água encontre qualquer tipo de obstáculo.

São seis opções diferentes de tamanhos da Hario V60. A opção menor (130gr/ml ou 1 xícara de café) e outra que faz café para 3 xícaras (ou 390gr/ml) podem ser encontradas em plástico (cor vermelha ou transparente), porcelana (vermelha ou branca) e vidro.

Segundo o site Specialty Coffee, cada material poderá influenciar no resultado final da bebida. O V60 de porcelana, por exemplo, consegue manter a temperatura da água que coa o café por mais tempo e permite que corpo e doçura ganhem mais destaque no paladar. Se você estiver curioso, confira aqui a análise completa em inglês.

Este vídeo explica como é o Hario V60.
Hario V60 Coffee Dripper – How to guide from Artazza on Vimeo.

FONTE

http://www.mexidodeideias.com.br/index.php/mundo-do-cafe/voce-sabe-o-que-e-uma-hario-v60
 

Café: Memória Afetiva


Prefiro o meu café feito no coador de papel, cafeteira, máquina de café, mas acredito que a forma de fazer o nosso café "sabor reconfortante", aquele café de quando se chega em casa depois de ficar o dia todo fora trabalhando, viajando ou mesmo enfrentando situações divertidas ou complicadas... envolve toda uma bagagem de arte e emoção.

'Sei que passar um café usando coador de pano não tem mistério algum, mas era algo inédito para mim e mesmo o óbvio costuma ter sutilezas que podem fazer diferença. Concluído o processo, eu que já bebi incontáveis litros de café ao longo da vida, saboreei aquele com direito à emoção de primeira vez. Há anos eu não bebia um café tão gostoso. Não, não foi porque eu fiz. Foi por aquilo que ele me fez... acessar.(...) A memória afetiva é um poema de amor que realça o sabor de tudo.

A vida pode ficar muito pequena quando olhamos para ela com o olhar estreito. O tédio acontece quando nos afastamos da capacidade de nos encantarmos com as coisas mais simples do mundo. De nos abrirmos às novidades. De inventarmos moda. De fazermos diferente. De aprontarmos artes capazes de deixar o coração respirar macio no meio de tanta aspereza. O tédio acontece quando nos afastamos da capacidade de buscar a ludicidade possível nos detalhes que nos acostumamos a chamar de banais. De nos desprogramarmos. De nos livrarmos um pouco dos nossos roteiros para ousar alguns improvisos.

Quando eu comentei com algumas pessoas a minha experiência com o coador de pano, houve gente que não entendeu nada: “Você está maluca? Esse troço dá muito trabalho!” Não sentiram a poesia. O simbolismo. A metáfora. Não perceberam que o que dá trabalho mesmo é viver sempre do mesmo jeitinho. Pois eu quero mais dessa maluquice que me ajuda a reinventar maneiras de estar aqui. Porque para se estar aqui com um pouco que seja de conforto na alma há que se ter riso. Há que se ter fé. Há que se ter a poesia dos afetos. Há que se ter um olhar viçoso. E muita criatividade.'

Ana Jácomo
 
Ana Cláudia Saldanha Jácomo (1966) é carioca, formada em Jornalismo, funcionária pública, e absolutamente enamorada, desde criança, pelo exercício de escrever. O estilo predominante em seus textos é a prosa poética, a exemplo de “Almas Perfumadas”, que publicou, ainda inédito na internet, no Releituras, quando o site estava inaugurando o espaço para novos escritores. Na década de 90, participou com contos e crônicas das antologias "Hoje", "Agora" e "Já", resultantes do trabalho da Oficina Literária do poeta Cairo Trindade, a qual freqüentou por cerca de um ano. Em 2001, lançou um livro independente intitulado “Parto de Mim”, impresso na Fábrica de Livros da SENAI, com duas tiragens já esgotadas. Apaixonada por música, desde sempre, no finalzinho de 2006 começou também a percorrer o caminho da composição musical. Gosta de dizer que escrever é o seu trabalho mais lúdico. Seu jeito preferido de prece. Sua maneira predileta de levar o coração para pegar sol.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Curiosidades Sobre o Café



O café é eficiente principalmente contra a dor muscular provocada pelos exercícios físicos. Um estudo feito por cientistas da Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos, demonstrou que duas xícaras de café diminuem em até 48% as dores que surgem depois de um treino com carga. Para os demais tipos de dor no corpo, consuma duas xícaras grandes de chá de gengibre todos os dias.



30 Curiosidades sobre o Café

1 – O café foi consumido pela primeira vez por volta do século IX na Etiópia.
2 – Existem 65 países no mundo que cultivam o café. Todos estão na faixa equatorial da África, Ásia e América.
3 - Em 1675 Charles II, rei de Inglaterra baniu as casas de café. Ele afirmou que estas casas eram locais onde as pessoas se juntavam para conspirar contra ele.
4 – Dia 1 de Outubro é o dia oficial do café no Japão.
5 – Cientistas descobriram mais de 800 compostos aromáticos no café.
6 – O café é o segundo elemento mais comercializado no mundo, sendo petróleo o primeiro.
7 – O Brasil produz cerca de 40% do café consumido mundialmente.
8 – Um inglês de nome George Washington que vivia na Guatemala inventou o café instantâneo em 1906.
9 – Um quilo de café tem entre 4.000 e 5.000 grãos de café.
10 – O café é usado como bebida há mais de 700 anos.
11 – O café preto simples sem açúcar não contém calorias.
12 – Mundialmente, mais de 20 milhões de pessoas trabalham na indústria do café.
13 – Existem mais de 25 tipos de plantas de café, mas apenas 2 são populares: a Robusta e a Arábica.
14 – A espécie de planta Arábica tem um aroma intenso e um sabor suave e profundo e tem uma quantidade mínima de cafeína.
15 – A espécie de café Robusta é uma espécie vigorosa, de sabor forte e um teor de cafeína mais elevado.
16 – 75 % do café mundial vem da planta de café Arábica.
17 – Beber uma única xícara de café que tenha estado em infusão durante cerca de 20 minutos dá ao corpo 300 fitoquímicos que funcionam como antioxidantes, permanecendo no corpo durante cerca de 1 mês.
18 – Em tempos passados, na Turquia, o noivo e a noiva tinham de prometer um ao outro nunca deixar de providenciar café nas suas vidas.
19 – O café espresso tem 1/3 da cafeína do um café americano.
20 – Os grãos de café são na sua origem um fruto, e cada fruto contém 2 grãos.
21 – O cafeeiro tem folhas ovais, flores brancas e perfumadas que crescem em forma de cacho.
22 – O café da Nicarágua, Margogpipe, produz os maiores grãos de café no mundo.
23 – São necessários mais de 42 grãos de café para fazer um café espresso.
24 – Uma árvore de café vive entre 60 e 70 anos.
25 – No mundo, mais de 1400 milhões de xícaras de café são bebidas diariamente.
26 – A cafeína do café aumenta o poder de alguns analgésicos como a aspirina e o paracetamol.
27 – A palavra “cappuccino” tem a sua origem no século XVI, mais concretamente na ordem dos frades Capuchinhos que, devido aos seus capuzes, eram chamados de “cappuccinos”.
28 – Um barista é um especialista na preparação de cafés.
29 – O Japão é o 3º país mais consumidor de café no mundo.
30 – Diz-se que Voltaire bebia cerca de 50 xícaras de café por dia.




FONTE

http://www.cafefacil.com.br/blog/tag/30-curiosidades-sobre-o-cafe
 

terça-feira, 18 de setembro de 2012

O melhor café – quando, onde e como quiser




Coffeebrewer é a resposta para as preces de todos os amantes de um bom café. Oferece grãos selecionados à mão, torrados separadamente de acordo com o tipo, resultando em sabor e aroma únicos. Tudo isso dentro de uma bolsa, completamente portátil, permitindo uma combinação do melhor produto com a maior liberdade.

Dentro da bolsa existe um filtro com 26g do melhor café gourmet. É preciso apenas colocar meio litro de água quente e deixar de cinco a oito minutos para obter três xícaras de café delicioso e rápido. O filtro separa o café pronto do pó, de forma a impedir que ele fique amargo com o tempo. O sistema único de preparação foi projetado para preservar os óleos naturais do café, o que ressalta as sutilezas do sabor e do aroma.

Coffeebrewer tem a intenção de provar que, para conseguir um café de excelente qualidade, não é necessário a utilizar máquinas caras e complicadas, nem enfrentar filas enormes em lojas especializadas; apenas usar um sistema simples, com os melhores grãos do mundo, podendo apreciar um delicioso café em qualquer lugar e a qualquer momento.



fonte

http://negocioemvista.com.br/alimentacao/o-melhor-cafe-quando-onde-e-como-quiser

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Starbucks Refreshers: preparo à base de extrato de café verde

 

 
A partir desta semana, todas as lojas Starbucks no país receberão no cardápio uma nova categoria de bebidas preparadas chamadas Starbucks Refreshers.

Os lançamentos preparados à base de extrato de café verde, fonte de cafeína, gelo, suco e frutas naturais.É uma nova maneira de tomar café: refrescante, surpreendente e com baixa caloria, rico em vitamina C e com toda a cafeína proveniente dos grãos.

O extrato de café verde tem origem 100% arábica, e é obtido por meio de um processo exclusivo patenteado da Starbucks, para tirar toda a cafeína natural dos grãos não torrados. O resultado é um mix de aroma e sabor mais fresco, suave e leve, diferente do sabor característico do café.

fonte

administradores