Conversando com pessoas que consideram o mercado do café ilimitado, cheguei a simples conclusão: a criatividade das pessoas deste "saboroso mundo" é movida à café!
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sexta-feira, 28 de agosto de 2015
quinta-feira, 27 de agosto de 2015
Por um Punhado de Dólares
Encontrei no Blog Os Cafés Afetivos uma postagem sobre o Cafe Por um Punhado de Doláres, nome este inspirado no filme do pistoleiro Clint Eastwood.


O PPD foi inaugurado no começo desse ano por um ex barista do Urbe Café e um professor de geografia. O nome do café. como alguns devem ter sacado, é uma homenagem ao western do Sergio Leone. Mas a verdade é que a verdadeira homenagem aqui é ao café.

Você pode optar por um café “convidado” ou pelo café da casa.

Por ora, o Fuckcoffee não está a venda, mas o café é do sudoeste mineiro, da cidade de São Sebastião do Paraíso. Depois de pesquisar sobre o produtor do café, o Zé Renato , já posso dizer com propriedade: o PPD tem o café mais sincero que eu já provei.

O Fuckcooffee é bem encorpado (mesmo o coado ou o da prensa francesa), tem um leve gosto de amêndoas e é amargo, mas não tanto quanto a vida, como a propaganda diz. O que para o meu paladar é um alívio.

Bolo de maçã integral
O cardápio segue a qualidade do café, desde os bolos (os quais eu recomendo o de chocolate com café e o de maçã integral) e os lanches (o meu favorito é o de abobrinha com shimeji e muçarela na ciabatta). Se você não estiver muito na vibe de um café (o que é lamentável, ok?), o PPD tem uma seleção de ótimas cervejas artesanais, chás (peça o de maracujá, sério) e mais recentemente, cachaças (<3 div="">






A água é por conta da casa.
Uma das coisas que mais me conquistaram no PPD foi o ambiente. Não só a decoração, que claro, merece toda a atenção pelo despojamento (sem ser forçado). O clima lá é sempre agradável, sejam pelos clientes, pelo atendimento ou pela música ambiente (nessa minha última visita rolou uma seleção do John Coltrane, que é só minha obsessão. Mas sempre calha de rolar um blues ou um rap, em dias específicos).

Ah, eles tem uma pequena loja nos fundos, onde você pode comprar desde utensílios para o preparo do seu café até as canecas da casa.


(Apenas: quero muito essa caneca)

O serviço no PPD não é de mesa. Você vai até o balcão, faz o pedido e eles te chamam quando ele ficar pronto.

E claro, se você gostar do atendimento, pode deixar uma caixinha (já que eles não cobram a taxa de serviço)
Por um Punhado de Dólares
Rua Nestor Pestana, 115 – Consolação
Segunda à Sábado das 10h ás 22h
fonte
https://cafesdesaopaulo.wordpress.com/2015/06/14/por-um-punhado-de-dolares/
3>segunda-feira, 24 de agosto de 2015
Prezzo Oxford
Tomei café no Prezzo, em ótima e agradável companhia.
Localizado no centro de Oxford, perto do magnífico castelo e a poucos minutos da principal área comercial e da estação ferroviária. Com o seu elegante interior contemporâneo e encantadora área de jantar ao ar livre, o Prezzo Oxford é o local ideal para relaxar no coração desta cidade histórica.
Michell pediu logo o menu infantil e enquanto aguardava pintou o cardápio com lápis de cera que veio a mesa em um pequeno balde.
sexta-feira, 21 de agosto de 2015
Cafe Loco
"Outra coisa que descobri -
Rir durante o dia
faz com que você
durma melhor a noite".
*Chapeleiro Maluco*
Rir durante o dia
faz com que você
durma melhor a noite".
*Chapeleiro Maluco*
Em agosto de 2015 conheci o Cafe Loco com a minha filha e netos. Depois com a minha irmã também. E, voltamos lá em outras ocasiões. Tomei o Mocha e comi o "Carrot Cake"...
A 5 minutos do centro de Oxford (Inglaterra) você encontra o Cafe Loco. E, enquanto saboreia deliciosos cafés e bolos, pode apreciar a vista para Christ Church College, onde foram filmados vários filmes, dentre eles Harry Potter; e a movimentação intensa da rua...
Achei especialmente, interessante que do outro lado vários quadros emoldurados, e com lindas paisagens estivessem pendurados em uma grade.
A 5 minutos do centro de Oxford (Inglaterra) você encontra o Cafe Loco. E, enquanto saboreia deliciosos cafés e bolos, pode apreciar a vista para Christ Church College, onde foram filmados vários filmes, dentre eles Harry Potter; e a movimentação intensa da rua...
Achei especialmente, interessante que do outro lado vários quadros emoldurados, e com lindas paisagens estivessem pendurados em uma grade.
O livro "As Aventuras de Alice no País das Maravilhas", frequentemente abreviado para Alice in Wonderland (Alice no País das Maravilhas) inspirou a criação do Café Loco, cardápio, decoração... O livro é a obra infantil mais conhecida de Charles Lutwidge Dodgson, publicada a 4 de julho de 1865 sob o pseudônimo de Lewis Carroll. É uma das obras mais célebres do gênero literário nonsense. Vale a pena ao visitar a cidade e desfrutar desta história surpreendente.
O livro conta a história de uma menina chamada Alice que cai numa toca de coelho que a transporta para um lugar fantástico povoado por criaturas peculiares e antropomórficas, revelando uma lógica do absurdo, característica dos sonhos. Este está repleto de alusões satíricas dirigidas tanto aos amigos como aos inimigos de Carroll, de paródias a poemas populares infantis ingleses ensinados no século XIX e também de referências linguísticas e matemáticas frequentemente através de enigmas que contribuíram para a sua popularidade. É assim uma obra de difícil interpretação pois contém dois livros num só texto: um para crianças e outro para adultos.
Este livro possui uma continuação Alice do Outro Lado do Espelho, e ambos influenciam ainda diversas obras como A Liga Extraordinária, de Alan Moore e Sandman, de Neil Gaiman.
A 4 julho de 1862, durante um passeio de barco pelo rio Tâmisa, Charles Lutwidge Dodgson, na companhia do seu amigo Robinson Duckworth, conta uma história de improviso para entreter as três irmãs Liddell (Loriny Charlotte, Edith Mary e Alice Pleasance Liddell). Eram filhas de Henry George Liddell, o vice-chanceler da Universidade de Oxford e decano da Christ Church, bem como director da escola de Westminster.
A maior parte das aventuras foram baseadas e influenciadas em pessoas, situações e edifícios de Oxford e da Christ Church, por exemplo, o Buraco do Coelho (Rabbit Hole) simbolizava as escadas na parte de trás do salão principal na Christ Church. Acredita-se que uma escultura de um grifo e de um coelho presente na Catedral de Ripon, onde o pai de Carroll foi um membro, forneceu também inspiração para o conto.
A 4 julho de 1862, durante um passeio de barco pelo rio Tâmisa, Charles Lutwidge Dodgson, na companhia do seu amigo Robinson Duckworth, conta uma história de improviso para entreter as três irmãs Liddell (Loriny Charlotte, Edith Mary e Alice Pleasance Liddell). Eram filhas de Henry George Liddell, o vice-chanceler da Universidade de Oxford e decano da Christ Church, bem como director da escola de Westminster.
A maior parte das aventuras foram baseadas e influenciadas em pessoas, situações e edifícios de Oxford e da Christ Church, por exemplo, o Buraco do Coelho (Rabbit Hole) simbolizava as escadas na parte de trás do salão principal na Christ Church. Acredita-se que uma escultura de um grifo e de um coelho presente na Catedral de Ripon, onde o pai de Carroll foi um membro, forneceu também inspiração para o conto.
Essa história imprevista deu origem, a 26 de Novembro de 1864, ao manuscrito de Alice Debaixo da Terra (título original Alice's Adventures Under Ground) com a finalidade de oferecer a Alice Pleasance Liddell a história transcrita para o papel.
Mais tarde, influenciado tanto pelos seus amigos como pelo seu mentor George MacDonald (também escritor de literatura infantil), decidiu publicar o livro e mudou a versão original, aumentando de 18 mil palavras para 35 mil, acrescentando notavelmente as cenas do Gato de Cheshire e do Chapeleiro Louco (ou Chapeleiro Maluco).
Mais tarde, influenciado tanto pelos seus amigos como pelo seu mentor George MacDonald (também escritor de literatura infantil), decidiu publicar o livro e mudou a versão original, aumentando de 18 mil palavras para 35 mil, acrescentando notavelmente as cenas do Gato de Cheshire e do Chapeleiro Louco (ou Chapeleiro Maluco).
Deste modo, a 4 de Julho de 1865 (precisamente três anos após a viagem) a história de Dodgson foi publicada na forma como é conhecida hoje, com ilustrações de John Tenniel. Porém a tiragem inicial de dois mil exemplares foi removida das prateleiras devido a reclamações do ilustrador sobre a qualidade da impressão. A segunda tiragem, ostentando a data de 1866, ainda que tenha sido impressa em Dezembro de 1865, esgotou-se nas vendas rapidamente, tornando-se um grande sucesso, tendo sido lida por Oscar Wilde e pela rainha Vitória. Na vida do autor, o livro rendeu cerca de 180 mil cópias. Foi traduzida para mais de 125 línguas e só na língua inglesa teve mais de 100 edições.
Fonte
http://www.goingloco.com/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Alice_no_Pa%C3%ADs_das_Maravilhas
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