Total de visualizações de página

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Caneca de Café Gigante, da GourmetGiftBaskets.com



Esta caneca gigante foi usada pelo site  GourmetGiftBaskets.com, quando sua equipe conseguiu o recorde de fazer o maior café gelado do mundo. Conforme o Guinness, havia 1.500 litros de café na “pequena caneca”.



GourmetGiftBaskets.com dobra o recorde anterior com um copo de café, conforme atestado em 2010 por um Guinness World Record Official, o GourmetGiftBaskets.com quebrou o recorde mundial Guinness para a maior xícara de café na Expo World Blog, em Las Vegas Nevada. A fabricação começou a ser feita às 4 da manhã, do dia 15 de outubro de 2010 e o último copo foi derramado antes das 12 horas. Uma caneca de café gigante de 8x8 pés especialmente construída detém os 2.010 galões de café fresco e equivale a 32.160 xícaras de café fresco.



Ao romper a maior Exposição do Café do Mundo a equipe de 15 funcionários da GourmetGiftBaskets.com quebrou o Recorde mundial Guinness. O café gelado foi obrigado a estar abaixo de 45 graus e levou 3.500 libras de gelo para atingir a temperatura recorde. Para não mencionar, eles tiveram que esvaziar 100 litros de café para acomodar o gelo e, depois de passar o dia perfeito, finalmente quebrou o recorde quando as portas do show estavam fechando!






As empresas que ajudaram na quebra destes registros incluem: Terracon Corporation de Boston forneceu o tanque de armazenamento que é a base do copo, Chisel Productions Inc. da Geórgia é construído um copo de café e lidar com o tanque usando uma espuma esculpida com um acabamento de poliuretano, Kerry / X Cafe de Princeton, MA, forneceu o 100% de café arábica Columbian, o Logo Loc LTD de New Hampshire forneceu camisetas personalizadas de qualidade, Marich Confectionary of California doaram amostras de seus grãos de café cobertos com chocolate e Bunn-O- A Matic Corporation da Springfield, IL, forneceu os distribuidores de café projetados para atender aos requisitos da tentativa de registro mundial.

FONTE


https://www.gourmetgiftbaskets.com/Guinness-World-Record-Cup-Of-Coffee.asp

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

A Margem Esquerda é Movida à Café

                                        
Gente quando eu crescer vou trabalhar num lugar assim (RsRsRsRsRs) que dá importância a qualidade do café consumido por seus funcionários. Sério!! Onde trabalho tem café, mas eu tenho a minha garrafa e levo o meu pó de café, desde 2002. E não é nem porque eu tomo o café sem açúcar, não. E questão de qualidade mesmo...


Pesquisando aqui e ali sobre o café meus olhos encontraram estas palavras: "[...] o café consumido pelos funcionários de Itaipu é da melhor qualidade, considerado gourmet. Não tem melhor em canto algum. E a gente zela para manter essa qualidade, nos testes sensoriais, o café com nota de 45 a 59 é qualificado como tradicional; de 60 a 73, superior; e com nota acima de 74, gourmet. Se o café comprado por Itaipu receber classificação abaixo de 74, o lote é devolvido – e o fornecedor ainda é multado", assegura Divan Saraiva da Cruz, da Divisão de Serviços Gerais (SGSS.AD).

Nada melhor do que um cafezinho bem quente, coado na hora, [...] que o digam os profissionais que percorrem os corredores de Itaipu com os aguardados carrinhos de bebidas. O volume de café consumido no local em dias frios pula para até oito quilos por dia – dois a mais do que em dias mais quentes. Com leite não é diferente: de 12 pacotes do produto em pó por dia (de 400 gramas cada), com o frio chegam a até 14 pacotes. O número só fica igual para o chá – 30 litros servidos por dia, em média. Isso porque no verão o chá quente é substituído pelo gelado.

O PESSOAL DA MARGEM ESQUERDA :D
Para se ter uma ideia, somente na margem esquerda, de 2001 a junho de 2010, já foram distribuídos 123.387 quilos de café – ou seja, mais de 123 toneladas do grão. A média anual é de 15.423 quilos. E o número vem crescendo ano a ano: em 2001, foram 11.529 quilos; em 2009, recorde da série história: 20.681 quilos.

No frio, o consumo de fato de fato aumenta. Desde 2001, a maior média mensal de distribuição de café para as copas de Itaipu é justamente em julho – 1.512 quilos, bem acima dos 780 quilos registrados na média de fevereiro.

E o pessoal da margem esquerda tem bebido bastante. O consumo médio per capita neste ano (2010) chegou a 2,59 quilos...

A pequena xícara de Itaipu guarda um líquido precioso: café goumert, da melhor qualidade



Fonte:  Jornal de Itaipu
 
PS: margem direita - Paraguai; margem esquerda - Brasil.

domingo, 19 de setembro de 2010

Feira do Café movimenta "Pirapó"

Tradicional Feicafé agitou os moradores e visitantes da região nesta sua sexta edição (17, 18 e 19 de setembro), no distrito de Pirapó, na região de Apucarana. A Feicafé trouxe palestras e exposições técnicas, concurso "Café Qualidade Paraná 2010", atrações artísticas e culturais, além de muita gastronomia. "Esta é a festa que ganha em tradição e em público todos os anos, que valoriza e divulga a qualidade da nossa cafeicultura e de todos que nela trabalham", define o prefeito João Carlos de Oliveira (PMDB).
Com shows todos os dias, a Feicafé incentiva a solidariedade. Na entrada dos shows foi cobrado 1 quilo de alimento não perecível.

A 6ª Feicafé é uma realização da Prefeitura de Apucarana, Secretaria de Indústria, Comércio e Agricultura, Associação dos Cafeicultores de Apucarana, Moradores de Pirapó, EMATER e Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab).
Confira a programação:
17/09 - Sexta-feira
13h | Recepção / Inscrição. Local: Associação Comunitária do Pirapó
13h45 | Deslocamento para Fazenda Ubatuba
14h | Início do Dia de Campo. Local: Fazenda Ubatuba
17h | Retorno ao distrito
18h | \"Encerramento Concurso Café Qualidade Paraná 2010 Fase Regional\"
19h | Abertura Oficial
20h | Concurso do Bolo de Café
22h | Show Banda Brasil 2000
18/09 - Sábado
15h | Palestra Legislação Ambiental - João Batista Beltrame - Secretário do Meio Ambiente e Turismo
16h | Palestra - Prevenção de Incêndio - Corpo de Bombeiros
23h | Show com Gilberto e Gilmar
19/09 - Domingo
9h | Missa Campal
11h às 14h | Almoço (costelada) - Show de Viola com Ezequiel e Eduardo
14h | Apresentação de Taiko - Grupo Kyoushin Taiko de Arapongas
- Apresentações Culturais
22h | Camilinho e Banda, Marquito e Bailarinas do SBT

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

A História do Café


Atualmente o Brasil é o maior produtor mundial de café, sendo responsável por 30% do mercado internacional, volume equivalente à soma da produção dos outros seis maiores países produtores. É também o segundo mercado consumidor, atrás somente dos Estados Unidos.

As áreas cafeeiras estão concentradas no centro-sul do país, onde se destacam quatro estados produtores: Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo e Paraná. A região Nordeste também tem plantações na Bahia, e da região Norte pode-se destacar Rondônia.

A produção de café arábica se concentra em São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Bahia e parte do Espírito Santo, enquanto o café robusta é plantado principalmente no Espírito Santo e Rondônia.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Homens erguiam sacas de café...

imagem: Imigrantes empregados na estiva do café, no porto santista: até 320 kg (6 sacos) nas costas.
                                     Foto: cartão postal da primeira metade do século XX
                                         

A vila de Santos (SP), fundada no século XVI mostrou até o século XIX uma fisionomia provinciana, aspecto que foi alterado com a exportação do açúcar no século XVIII, mas só o café despertou Santos para  a necessidade de aparelhar o porto para a exportação cafeeira... (Fonte: Novo Milênio - O relacionamento entre essa monocultura e o fluxo migratório, e suas influências em Santos, são os temas centrais da monografia, publicada no livro: Café - Santos e História - vários autores, Editora Leopoldianum/Universidade Católica de Santos, Santos, 1995)

UM ASSOBIO
Lídia Maria de Melo*

Minha cidade mudou de cor.
Já foi vermelha, desbravadora,
mais que temida: foi respeitada.
Minha cidade tinha
um característico viço incomum.
Homens erguiam sacas de café, de açúcar
e tantos outros produtos
que garantiam sustento digno.
Minha cidade era de brios.
Já foi grevista, polêmica,
operária, dona de vida à toa na beira do cais,
artística, intelectual,
poética, teatral,
vanguarda política e musical.
Minha cidade foi palco de eternos
e heroicos dribles,
célebres conquistas,
inesquecíveis vitórias.
Gerou discursos, comícios,
inflamadas assembleias.
Inspirou prosas e versos.
Minha cidade já teve siso, ares sombrios...
Minha cidade sempre se defendeu.


Nos últimos tempos, minha cidade contraiu
uma palidez preocupante,
uma cruel anemia.
Minha cidade ficou branca.
Mas não com ares de paz.
Seus meninos tombam, abatidos,
ainda no vigor dos hormônios.
Minha cidade virou manchete
na internet, rádios, jornais
e emissoras de TV.
Minha cidade perdeu o sono
e morre de medo.
Minha cidade anda doente,
necessitada de intensivos cuidados.
Minha cidade precisa
é recuperar o bom humor de um assobio.

                                                                   *Lidia Maria de Melo
Jornalista, Professora Universitária e Escritora escreveu os livros: 'Raul Soares, Um Navio Tatuado em Nós' e 'A Garra de Uma Leoa', os contos 'Como Um Poeta' (antologia 'Contos - Unicamp Ano 40') e 'Bala Perdida' (Prêmio Vladimir Herzog) e reportagens (jornais 'A Tribuna' e 'Cidade de Santos' e revista 'Nova Escola'). Tem romance, poemas, contos, ensaio e músicas ainda inéditos...

PS: Poesia reproduzida com autorização da Lídia. Obrigada!

domingo, 22 de agosto de 2010

Um cafezinho? Não, "O" café


Atualmente não é mais possível pedir um cafezinho simples, pois, como o vinho, o café tem outras tantas complexidades que tornam seus sabores e aromas tão atraentes

"Por favor, poderia me trazer um espresso de um legítimo bourbon amarelo, cereja descascada, vindo de regiões mineiras, com altitude elevada e levemente torrado?" É, já não dá mais para pedir simplesmente "um cafezinho".

Seria uma ofensa a uma bebida tão especial e uma das mais antigas e consumidas no mundo. Seja o café que compramos nos supermercados ou o que tomamos nas mais requintadas cafeterias, todos têm características próprias que devem ser apreciadas com o mesmo cuidado com que avaliamos e classificamos um bom vinho.

Cientificamente, existem relatos de aproximadamente mil espécies de café, ou seja, são muitos os tipos de grãos encontrados na natureza. No entanto, apenas duas destas espécies representam o imenso prestígio das mais importantes commodities mundiais, o Coffea arabica e Coffea canephora, popularmente chamados de café arábica e robusta.

As outras centenas de espécies servem como fonte de pesquisa de diversos institutos e universidades, para que delas sejam extraídas e transportadas geneticamente características importantes para a produção e melhora dos grãos.

A exemplo disso, o bicho-mineiro, principal praga do café, é tratado em vários lugares através da aplicação de defensivos agrícolas. No entanto, a transferência dos genes resistentes a ele encontrados na espécie Coffea racemosa para a espécie Arábica, dispensará ou diminuirá o uso de agrotóxicos no cultivo

Arábica

Mas vamos voltar às duas espécies comercializadas. O café Arábica, conhecido como Típica, Nacional ou Crioula, foi o primeiro a chegar ao Brasil, em 1727, vindo de arbustos da Guiana Francesa - que por sua vez haviam sido plantados com sementes provenientes da Holanda.

A partir de 1950, variedades de café Arábica foram introduzidas nos cafezais brasileiros, como o Bourbon Vermelho, da Ilha de Reunião, na África, e o café da Ilha de Sumatra, na Indonésia. Com o aumento da produção brasileira de cafés, outras variedades começaram a surgir, devido a mutações e recombinações genéticas, como o Bourbon Amarelo, o Mundo Novo e o Catuaí.

Em linhas gerais a espécie Arábica, produzida em lugares de maior altitude e clima temperado, é a mais comercializada mundialmente, apresenta aroma e sabor mais intensos, acidez e amargor balanceados. No Brasil, esta espécie é encontrada principalmente nos estados de Minas Gerais, algumas regiões de São Paulo e Paraná.

Robusta

A espécie robusta, originária de regiões tropicais, quentes, úmidas e de baixa altitude da África, começa a aparecer facilmente no Brasil, devido a diversos fatores como o clima apropriado, a infraestrutura já existente para o cultivo e, principalmente, por apresentar maior resistência à seca e às pragas.

Regiões como o Estado do Espírito Santo e Bahia são os grandes produtores desta espécie. O café robusta, em comparação ao arábica, é considerado mais amargo e mais encorpado, sendo a principal fonte para a fabricação dos cafés solúveis.

A composição química dos cafés ainda crus é um dos principais fatores que determinam o sabor e o aroma do grão torrado. E portanto, clima, solo, altitude e os tratamentos agrícolas interferirão diretamente na qualidade da bebida.

E com todas essas especificidades, tomar o café deixou de ser o simples encerramento de uma refeição, ou o acompanhamento de um bate-papo. Passou a ser motivo de encontro, confrarias começam a ser formadas.

Características importantes como acidez, amargor, corpo, sabor residual e doçura já são discutidas, e não é preciso ser um provador profissional para reconhecê-las. Basta se permitir a experiência de apurar o paladar.

Fonte: Adega - Por Juliano Ribeiro

Cafezais do século XIX voltam à ativa em Goiás

Além de importante polo turístico, o município de Alto Paraíso de Goiás, onde se localiza o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, também é referência na cafeicultura nacional

Os visitantes de Alto do Paraíso, ponto turístico de Goiás, já podem contar com um novo atrativo para a sua viagem: o café da região.

Moradores acreditam que os cafezais plantados na cidade foram trazidos por Bandeirantes que exploraram o local no início do século XIX.

Com essa descoberta, a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), com a coordenação dos pesquisadores da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), resolveu iniciar um projeto para resgatar o cultivo do café como a fonte de renda da região.

Até os anos 60, a maioria dos moradores vivia da agricultura, mas com a construção de Brasília e a criação do Parque Nacional, o turismo despontou no local e as pessoas começaram a se dedicar mais a esse tipo de trabalho.

A iniciativa da Embrapa irá implantar a cafeicultura orgânica e agroecológica na região. Como o local recebe diversos turistas ao longo do ano, o produto poderá ser vendido na própria cidade ou em outros mercados.

ANTIGOS CAFEZAIS
Os turistas que frequentam a cidade degustam um café, provavelmente levado por tropas de bandeirantes, ainda no início do século 19. Para conhecer mais sobre a história do grão naquela área e recuperar antigos cafezais, pesquisadores da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) foram a campo desvendar os segredos do tradicional café daquela região goiana.

O projeto possibilitou o resgate do café cultivado nas propriedades rurais e tradicionalmente consumido. Segundo os coordenadores do estudo, Paulo César de Lima e Waldênia de Melo Moura, o trabalho despertou os agricultores e familiares para a importância econômica desse produto, que pode se tornar fonte de renda e melhorar a qualidade de vida da população.

De acordo com os próprios moradores, o café da região está plantado nos leitos dos rios, rotas das tropas bandeirantes, percorridas para a exploração do País, entre os Séculos 16 e 19. Com a redescoberta desse café no município, os agricultores poderão retomar a produção agrícola comercial, realizada antes de se tornar centro de turismo, em 1960, com a criação do Parque da Chapada dos Veadeiros (1961).

Desenvolvido sob a liderança da unidade Café, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), e coordenado por pesquisadores da Epamig, o projeto conta com o apoio da prefeitura municipal de Alto Paraíso de Goiás e da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Estado (Seagro). Como resultado, mudas de café já foram produzidas pelos próprios agricultores, em viveiros instalados nas escolas rurais de três comunidades da região - Sertão, Fraternidade e Vereda. Hoje, estão sendo cultivadas nas propriedades dos interessados no plantio do café para, futuramente, comercializar o produto


FONTES:
*ADEGA
*PORTAL DO AGRONEGÓCIO

sexta-feira, 30 de julho de 2010

O negócio dele é café


Ele tem 35 anos e a língua mais cara do mundo, segurada em US$ 15,5 milhões. Mas será que vale mesmo tudo isso? "É dinheiro demais", admite Gennaro Pelliccia, provador de cafés e criador de blends da rede de cafeterias Costa Coffee, na Inglaterra. Napolitano criado em Londres, ele garante que sua "língua é comum", em tamanho e qualidades. E conta que os diretores da Costa decidiram colocá-la no seguro em dezembro de 2008, quando uma pesquisa de mercado mostrou que sete em cada dez ingleses preferiam o cappuccino da Costa, desenvolvido por ele.



Ser dono de uma língua assim não é fácil. Nos períodos de prova, a língua manda em sua vida e determina sua dieta. Menta, doces e comida indiana são vetados. "Não posso comer pimentas nem curry, sofro com isso porque a comida indiana é a melhor que há em Londres", lamenta. Mas o mais surpreendente é que nesses períodos ele é proibido de tomar "café" após as refeições porque a bebida "confunde" as papilas gustativas. Gennaro gosta de fazer as provas de manhã, quando o paladar está mais limpo - degusta cem doses de café até a hora do almoço, servidas em colher de prata, com temperatura de 50°C a 55°C. Se está estressado, não prova. "O estresse muda a percepção", explica.



Fonte: aqui

Café Espresso em Casa


Lendo o espaço Qvinho.com.br achei os artigos incríveis, dos quais destaco "Café Espresso em Casa". Em parte pelo menos...

Sempre vai existir quem queira reinventar a roda, portanto essa norma costuma, indevidamente, sofrer alterações. Acredite no que digo, não existe maneira melhor de se beber café. Aprender a definição da bebida não capacita ninguém a preparar um bom espresso, nem com o melhor equipamento do mundo, para isso é preciso compreender os 4 M’s.


1. Miscela – Blend ou mistura de grãos
Miscela é a palavra italiana para mistura, uma vez que é difícil um único tipo de grão produzir um bom espresso. Os melhores blends costumam ter grãos de várias origens (Brasil, Quênia, Costa Rica etc), frequentemente processados de maneira diferentes (natural, lavado etc).


2. Macinazione – Moagem e moedor
Muito importante, todo bom barista sabe disso, mas costuma ser subestimado. Para entender a importância do moedor, basta saber: uma máquina doméstica com um moedor profissional produz um ótimo café; já uma máquina profissional com moedor doméstico deixa muito a desejar.


3. Macchina – Máquina de espresso
A grande vedete para os aficionados por café. Felizmente existem boas opções para uso doméstico, capazes de resultados similares as profissionais. Aguarde o meu guia de compra.


4. Mano – A mão de quem está no preparo
A mão, isto é, o feeling de quem opera os equipamentos. Sem isso esqueça todo o resto, não há tecnologia que substitua esse M.

O verdadeiro espresso possui algumas características marcantes, como o aroma complexo e agradável, o sabor intenso e com mínimo amargor, uma certa acidez e o indefectível creme. Esqueça a história da pressão, de regulagem para cremosidade, portafiltro “crema” e outras parafernálias inventadas pelo pessoal de marketing. O único meio de tirar um bom espresso é acertando nos 4 M’s,.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Festival Vale do Café


                                   Antiga Fazenda Santa Maria hoje Hotel Fazenda Arvoredo

Vale do Café é a denominação turística para o conjunto de 14 municípios da região do Vale do Paraíba do Sul Fluminense, localizado a cerca de 120 km da cidade do Rio de Janeiro, Brasil. São eles: Vassouras, Valença, Rio das Flores, Piraí, Engenheiro Paulo de Frontin, Paty do Alferes, Paracambi, Miguel Pereira, Mendes, Barra do Piraí, Pinheiral, Barra Mansa, Paraíba do Sul e Volta Redonda que, na década de 1860 produziam 75% do café consumido no mundo e garantiam ao Brasil a condição de líder mundial na produção e exportação de café. Hoje cerca de 30 dessas fazendas estão abertas à visitação.


O Vale do Café é um destino turismo, em desenvolvimento, com chance de se tornar um pólo turístico regional. Os atuais proprietários das fazendas, por iniciativa própria e com o apoio de entidades como o Intituto Preservale, o Conciclo (Conselho de Turismo da Região do Vale do Café), o IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico nacional), e o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), vêm unindo esforços para manter esse patrimônio histórico.

Idealizado por Cristina Braga, primeira harpista da Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro e com direção artística de Turíbio Santos, considerado um dos maiores violonistas clássicos da atualidade, o Festival Vale do Café, é um projeto em caráter permanente implementado desde 2003, que tem por objetivo criar um pólo turístico cultural e acelerar o desenvolvimento econômico do interior do estado do Rio de Janeiro.

Através da preparação anual de uma grande celebração da música, história e natureza, aliada sempre ao respeito pelas raízes e pelo patrimônio histórico da região, o Festival Vale do Café chega a sua 8ª edição, entre os dias 23 de julho a 01 de agosto de 2010.

Depois de receber mais de 500 mil pessoas em suas sete edições, o Festival Vale do Café resgata fortemente o patrimônio imaterial, estimulando o amor à natureza e divulga o patrimônio histórico e arquitetônico abrangendo os diversos municípios da região do Vale do Café, num dos mais lindos recantos do Estado do Rio de Janeiro, no Vale do Paraíba.

Praças, igrejas e fazendas históricas – verdadeiros palacetes incrustados na Mata Atlântica – são o cenário das atrações do 8ª Festival Vale do Café.

Programação Geral
O FESTIVAL VALE DO CAFÉ: O evento remunera aproximadamente 900 profissionais, beneficia
mais de 1.500 alunos de música e acumula público de mais de 500.000 pessoas desde a sua primeira edição em 2003, gerando desta maneira um grande crescimento econômico para a região.

·Concertos nas fazendas = Com uma cuidadosa seleção de concertos, o público, além da oportunidade de visitar as 14 fazendas históricas da região que participam do Festival, poderá assistir a concertos com o que temos de melhor da música instrumental brasileira;

·Shows em praças públicas = Apresentações gratuitas para o grande público de uma qualificada programação que percorrerá as praças públicas dos 14 municípios da região do Vale do Café;

·Cortejos de tradições populares locais = Em um grande desfile popular, o Cortejo de Tradições se destaca pela beleza e encantamento das manifestações de cultura popular do Vale do Paraíba, berço das culturas populares brasileiras;

·Café Cultural O Globo = Localizado no coração do centro histórico de Vassouras, direcionado às palestras que abordam temas ligados à cultura histórica da região, ao cultivo do café e à música instrumental brasileira, serve também como ponto de encontro para aqueles que gostam de apreciar um bom café em um ambiente agradável;

·Cursos de música = Destinadas a alunos bolsistas de todo o país, que têm a chance de aprimorar seus dotes artísticos com renomados professores dos mais variados instrumentos musicais, de harpa a canto, passando por saxofone, violoncello entre muitos outros. Em 2010 serão distribuídas 400 bolsas de estudo, sendo 100 bolsas integrais, para os cursos de música do Festival Vale do Café.

Fotos Aqui

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Maior Xícara com Café



Brejetuba é conhecido como a Capital Nacional do Café, está localizada a 147 km de Vitória-ES, Brejetuba produz hoje um dos melhores cafés do Brasil. Rodeado pela exuberante Mata Atlântica, a cidade reúne condições propícias para turistas em busca de um local calmo e distante da correria do dia-a-dia.

O município de Brejetuba nasceu em 15 de dezembro de 1995, desmembrando-se de Afonso Claudio, com apenas 16 anos de existência Brejetuba desponta como uma cidade promissora, um povo humilde, trabalhador e muito hospitaleiro habita a cidade que tem em sua base de renda o cultivo do café arábica.

Com um grande potencial turístico ainda pouco explorado, Brejetuba possui varias cachoeiras, fauna e flora ricas em espécie, destacam-se como local de visitação para os turistas a Pedra Submarino, a Rampa da Pedra da Torre, a Cachoeira da Rampa e a Cachoeira do Bernardo.


Rampa da Pedra da Torre

Pedra Submarino - Brejaubinha.

Com mais de 508 propriedades produzindo café de qualidade, Brejetuba tem despontado no cenário estadual e nacional como referência no trabalho de qualidade em cafés arábicas especiais, recebendo grupos de produtores e compradores de todas as partes do Brasil e Exterior. O município conta hoje com 135 descascadores instalados e funcionando, sendo que 10 descascadores trabalham em regime comunitário, administrados por associações de produtores, projeto esse que é pioneiro no Brasil.

No município um total de 1.280 propriedades trabalha com o cultivo do café arábica, com uma área plantada de 16.000 hectares o café representa 90% da renda do município. Outro destaque na produção de café é a alta produtividade por hectare uma Média 25 sacas, enquanto que a média no ES é de 16 sacas.

Brejetuba é um município de topografia montanhosa, as plantações de café se estendem por vales e montanhas formando um imenso tapete verde. O relevo oscilando entre 600 á 1000 metros proporciona a formação de lindos vales e chapadas, montanhas, cachoeiras e cascatas, tudo isso rodeado pela mata atlântica que cobre cerca de 25% do seu território. Com um enorme potencial para prática de esportes de aventura como rapel, parapente, asa delta e outros o município tem atraído pessoas de varias partes do estado e do Brasil em busca de aventura.

Tomar um cafezinho cultivado, colhido e preparado em algumas das diversas propriedades que produzem o grão no município é uma experiência única, Brejetuba é o único lugar do estado do ES, onde o visitante pode aprender e conhecer tudo sobre o plantio, cultivo, colheita, preparado e sabor dessa bebida que é a segunda mais consumida no mundo, só perde para a água.

A coagem do Maior Cafezinho do Mundo, que é realizada tradicionalmente todo dia 24 de maio, na data onde se comemora o dia nacional do café, fortalece ainda mais o vínculo de Brejetuba com essa bebida, na coagem do Maior Café do Mundo é utilizado um Coador Gigante que mede 2,20 metros de diâmetro por 2,70 metros altura e uma Xícara Gigante com capacidade para 8.260 litros, medindo 2,70 metros de altura por 2,50 metros de diâmetro.



Brejetuba em 2008 construiu uma Xícara de café gigante com 2,3 m de diâmetro e 1,5 m de altura. A maior xícara de café já feita neste mundo tinha sido no Panamá em 2007 e tinha 2840 litros de café e Brejetuba resolveu quebrar a banca e fazer uma com 3500 litros, sendo que para isto foram necessários 300 quilos de pó de café, despejados em um imenso coador, a água quente foi despejada através de um caminhão pipa, e o café caiu na xícara, onde já estava preparado todo um sistema complexo de torneiras para servir gratuitamente aos visitantes. Apesar do exagero, o café de Brejetuba não foi para o Guines Book, o Livro dos Recordes, como o maio café do mundo. Na época, o Vietnã conseguiu superar o café de Brejetuba e preparou 3.6 mil litros.

Em 2010 Brejetuba repetiu e aumentou a dose de café. A xícara foi construída em chapa de inox nas dimensões de 20,3x15 m e capacidade para 4000 litros de café, e o pires com 34x2 m. 


Maior xícara de café do Mundo. 

Nei Dias preparando para iniciar a coagem do café. 

Rank Brasil cuidando da certificação (caminhão com a água do café) 

Coador confeccionado pelo alfaiate Nei Dias. 

Caminhão cedido pela Agrope. 

Coador da Maior Xícara de Café do Mundo 





FONTE

http://edwesley.blogspot.com.br/2010/05/maior-cafe-do-mundo_29.html

http://www.brejetuba.es.gov.br/historia.asp?id=8

sábado, 19 de junho de 2010

Copa 2010: Café esquenta a torcida na arquibancada

                                               Nkulyleko vendendo bebida Foto: Natalia da Luz
Natalia da Luz, JB Online


JOANESBURGO - Uma partida de futebol sempre pede um brinde. Uma das bebidas favoritas para celebrar com o esporte é a cerveja! Onde tem torcida reunida, há o copo acompanhando! A regra vale tanto para o Brasil quanto para a África do Sul, que diferentemente de nós vende a bebida durante as partidas de futebol! Na Copa das Confederações do ano passado (entre 14 e 28 de junho), a bebida gelada era uma das preferidas nos estádios sul-africanos. Mas hoje, durante a Copa do Mundo, há uma nova opção!

Agora, os torcedores têm café e chocolate quente para esquentar as tardes e noites do inverno sul-africano que, no ano da Copa, está bem mais rigoroso. A ideia foi da Fifa, que acrescentou outras opções, além da consagrada cerveja para deixar o torcedor mais confortável, especialmente em uma noite com previsão de marcar 0 grau!

Skhosana Nkulyleko é um dos muitos contratados especialmente para vender as doses das bebidas durante os jogos da Copa no Ellis Park, que vai abrigar sete jogos do Mundial! Apenas no primeiro tempo de Brasil x Coréia do Norte, só ele vendeu 160 copos de café e chocolate!

No jogo de abertura do Mundial (que nem estava frio), foram vendidos 2.513 copos de café e 958 de chocolate quente, disse a Fifa ao Jornal do Brasil. Em comparação à cerveja, houve uma grande desvantagem... Foram vendidas mais de 58 mil unidades no primeiro jogo.

Hoje, certamente é um dia diferente... A frente fria que chegou a Joanesburgo deve transformar o estádio do Ellis Park em um verdadeiro freezer! Haja animação e muita bebida quente para manter a torcida aquecida!

No galão (que estava nas costas do sul-africano), cabe o equivalente a 40 copos dos dois tipos de bebida. Logo, ele precisou recarregá-lo três vezes até o final do jogo. “Os torcedores gostaram da novidade. Acho que vai funcionar bem porque muita gente sente frio e quer beber algo quente!” Se no jogo das 16h, a novidade foi um sucesso, imagine no jogo das 20h30!? Provavelmente, os funcionários terão que terá que recarregar muitas vezes a sua gigantesca garrafa térmica!

Randy Chanyasso (da Costa Rica) levou dois copos para a arquibancada pagando 15 rands, cada (cerca de R$4). “Acho que a cerveja vai ficar para lugares mais fechados. Com o frio que deve fazer nas arquibancadas, a gente vai ficar mesmo no café e chocolate quente!”, contou ao JB o torcedor.

A Fifa ainda não tem número aproximado para a noite de hoje, mas credita que a procura pelos cafés e chocolates deve ser campeã dos jogos até hoje!

Petit Gateau de Café

Minha irmã mandou esta receita no meu Orkut ontem (18/06)... É perfeita.

Ingredientes
- 3 colheres (sopa) cheias de pó de café
- 1 xícara (chá) de água quente
- 200g de chocolate ao leite picadinho
- 3 colheres (sopa) de manteiga
- 1 xícara de açúcar
- 4 ovos
- 1 xícara de farinha de trigo

Preparo:
Prepare o café com 1 xícara de água. Com o café ainda quente, dissolva o chocolate e a manteiga. Junte o açúcar, os ovos e a farinha de trigo. Coloque em forminhas untadas e enfarinhadas. Leve ao congelador até que firme. Na hora de servir, retire do congelador e leve diretamente ao forno, a 180 graus, por 7min. Faz 8 bolinhos.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Alemanha realizou a maior "festa do café" do mundo

                    O comediante Hape Kerkeling em seu papel de Gisela foi o anfitrião do evento

Apreciadores de café de todas as idades invadiram o Jugendpark, em Colônia, para participar KrugerKranzchen (2009) - o evento que bateu que entrou para o Guinness World Records (Recorde Mundial do Guinness) como maior festa do café do mundo.

O KrugerKranzchen teve início às 12h, quando os 8.162 participantes foram recepcionados com uma fatia de bolo e um café pela anfitriã Gisela - personagem interpretado pelo comediante Hape Kerkeling.

"Parece que todos se divertiram muito durante o KrugerKranzchen, e é difícil encontrar as palavras para expressar o quanto estamos felizes por termos obtido o novo recorde de maior festa do café", disse Andre Puchta, Chefe da Kruger Communications.

O evento, que teve entrada gratuita, contou com diversas atrações. Enquanto os visitantes apreciavam seus cafés e Gisela recebia convidados no palco, a banda "The Baseballs" e as animadoras de torcida do clube de futebol local "FC Koln" empolgaram o público. O hipnotizador PHARO também apresentou suas habilidades.

"Damos parabéns aos participantes por esta incrível realização e damos as boas-vindas para a Kruger na família do Guinness World Records", disse Kristian Teufel, representante do Guinness.

De acordo com a entidade, o recorde anterior de participantes em uma festa do café em um único local foi obtido em Londres em 2008, com 4.585 pessoas.

Fonte: Revista Adega

Café faz bem ao coração por ser rico em antioxidantes

Não é só o vinho que faz bem ao coração. Segundo estudos recentes, o café também pode ser benéfico para o órgão mais importante do sistema.


Isso porque a bebida, em sua fruta madura, apresenta de 6% a 10% de antioxidantes, o que ajuda o organismo a manter os vasos sanguíneos mais saudáveis, impedindo infartos e derrames.

Outro ponto positivo é no consumo de café torrado, que possui uma quantidade grande de sais minerais, vitaminas e aminoácidos, que fazem o organismo funcionar de maneira mais eficiente.

Segundo Bruno Mahler Mioto, pesquisador da Unidade de Pesquisa Café e Coração, do Incor, para que o café não cause danos à saúde é necessário que ele seja ingerido na quantidade ideal de acordo com a idade. Dos 20 aos 60 anos, quatro xícaras de são o suficiente para manter boa saúde.

"As mulheres que consomem café têm 20% menos chance de ter um derrame. Ele tende a ter um papel protetor devido à suas substâncias, e comprovadamente não causa dependência", afirma Mioto.

Mas é importante ressaltar que a bebida não pode ser vista como um remédio, nem uma forma de combater a doença, mas sim como uma maneira de preveni-la e dar mais força e saúde ao corpo.

Fonte: Revista Adega

Chineses estão bebendo mais café

Após a entrada do Starbucks na China, o consumo de café vem aumentando em grande escala. As taxas chegam aos 11% ao ano, enquanto a média global é de 2%, de acordo com a Organização Internacional do Café.

A China tem potencial para ser um dos maiores consumidores do mundo. Mesmo com o pequeno consumo dos chineses, que é de 3 xícaras por ano, enquanto os norte-americanos bebem 500, analistas do setor vêem um grande potencial no mercado.

"Se cada chinês consumir meia xícara por dia, controlaremos por inteiro o mercado global", afirmou Qian Jiaying, secretário assistente de comércio da Associação de Café de Pequim.

Impulsionados pelo aumento do consumo, alguns empresários locais decidiram investir no setor. Mas segundo eles, é necessário ficar alerta para o gosto dos consumidores: "Muitos ocidentais gostam de café puro, mas aqui as pessoas não estão acostumadas com o sabor amargo, então preferem consumir cappuccino ou latte".

Atualmente, o único empecilho para o consumo é o preço do grão, que vai de US$2,92 a US$4,38 por xícara, valor maior do que a maioria dos chineses pode pagar.

Fonte: Revista Adega

Abelhas preferem flores que tenham cafeína no néctar

Se você achava que era o único que não conseguia funcionar antes de um cafezinho, se enganou...


Um estudo realizado pela Universidade de Haifa, em Israel, concluiu que as abelhas preferem o néctar de flores que contenha pequenas quantidades de cafeína e nicotina.

O néctar das flores é composto principalmente por açúcares, que são os provedores de energia para a realização da polinização. Entretanto, existem algumas flores que, além do carboidrato, também possuem quantidades baixas de substâncias tóxicas como a cafeína e a nicotina.

Com o intuito de determinar o papel das substâncias - se eram imperceptíveis ou se tinham algum papel de sedução -, investigadores israelenses ofereceram ao inseto dois tipos de néctar artificial: um composto apenas por açúcar e outro que continha também camadas de nicotina e cafeína. O favoritismo, por mais surpreendente que pareça, foi o do segundo composto.

A cafeína é encontrada principalmente em flores cítricas, com concentração entre 11 e 17,5 miligramas por litro. Já a nicotina, encontrada em árvores de tabaco, aparece com concentração de até 2,5 miligramas por litro.

Os pesquisadores afirmaram que a pesquisa demonstrou a preferência por tais substâncias, e não o vício. No entanto, novos testes serão realizados para saber se há ou não dependência.

Fonte: Revista Adega

Café pode diminuir o risco de diabetes 2

Tomar café depois do almoço pode diminuir o risco de diabetes 2

A relação entre o consumo de café e a diabetes já foi levantada em diversos estudos. Desta vez, uma nova pesquisa realizada por um grupo de franceses indicou que pessoas que tomam café no horário do almoço apresentam menos chances de desenvolver diabetes tipo 2.

No total, 69.532 mulheres entre 41 e 72 anos participaram do estudo, que durou 11 anos. O grupo de mulheres que tomava pelo menos uma xícara de café após o almoço teve risco 27% menor de desenvolver a doença, segundo Daniela Sartorelli, nutricionista da USP que participou da pesquisa.

Nestes 11 anos, 1.415 mulheres desenvolveram diabetes 2, sendo apenas 374 do grupo que tomava café no almoço. Entretanto, Sartorelli afirma que ainda faltam estudos que realmente confirmem esta teoria. "Ainda precisamos de outros estudos. Alguns já estão em andamento, e conforme for, os resultados poderão esclarecer quais mecanismos estão envolvidos".

No entanto, duas possíveis teorias já foram feitas para explicar o fato. A primeira diz que a ingestão do café num horário próximo ao do almoço, pode reduzir a absorção da glicose proveniente da comida. Já a segunda tese supõe que o cafezinho de depois do almoço é tomado sem leite, enquanto em outros horários, como no café da manhã, não.

Café pode agir contra doenças no fígado



A bebida pode estacionar a progressão de doenças hepáticas

Pesquisas realizadas em Washington encontraram mais uma boa razão para se consumir café: várias xícaras por dia da bebida pode conter a progressão de doenças hepáticas.

Alguns pacientes que apresentam hepatite C - e outras doenças que destroem o fígado ao poucos - e que consomem mais de três doses de café por dia reduzem o risco da doença progredir em 53%, comparados ao que não ingerem a bebida. Esses dados foram obtidos através de estudos comandados por Neal Freedman, do US Nacional Cancer Institute (Instituto Nacional do Câncer dos EUA).

Para que a pesquisa fosse realizada, 766 pacientes com hepatite C, que não respondiam a nenhum dos outros tratamentos disponíveis, foram convidados a participar do estudo. Eles reportavam a cada três meses quantas xícaras de café bebiam por dia, durante quatro anos.

Duas biópsias no fígado foram feitas durante o processo, no primeiro e terceiro ano da análise, para determinar a progressão da doença. "Foi observada uma associação inversamente proporcional entre a quantidade de café ingerida e a progressão da doença", comentou um pesquisador.

Eles ainda apresentaram diversas maneiras de o café proteger o fígado, como sua capacidade de prevenir o diabetes tipo 2 (que está associada com a incapacidade de o órgão produzir insulina) e reduzir riscos de inflamação (que pode causar fibrose ou cirrose hepática).

Fonte: Revista Adega

Itália celebra II Dia Nacional do Espresso e do Capuccino

Apesar de o dia Internacional do Café ter sido comemorado no dia 14 de abril, foi no dia 16 que a Itália celebrou o II Dia Nacional do Espresso e do Capuccino.

Na península itálica, o café é parte da vida cotidiana e a bebida nacional por excelência, que chega a ser elevada quase a categoria de obra de arte. Mas nem sempre foi assim. Por volta de 1570, a bebida foi proibida aos cristãos por ser considerada maometana, e só foi liberada após o Papa Clemente VIII provar o café.

Agora, 440 anos depois, mais de 3.500 estabelecimentos italianos aderiram à comemoração, organizada pelo Instituto Nazionale Espresso Italiano, que pretende com a festa "educar" os consumidores e aconselhar quais locais são indicados para tomar o café tal como apreciam.

No país, são consumidos mais de 70 milhões de expressos por dia, e quase sempre com um mesmo ritual: o cliente entra na cafeteria, vai até o balcão, faz seu pedido, recebe o café, dá um gole e sai, sem nem ao menos se sentar.

O barista Antonio Buccina, afirma que "há muitas lendas no expresso, porque é, simplesmente café, sem aditivos". Buccina diz que é capaz de saber qual a nacionalidade de um cliente apenas por seu modo de pedir café: "quem pede café com leite é espanhol, enquanto os franceses costumam pedir café fraco, com sabor menos intenso".

O gosto pelo capuccino depois de comer é quase uma exclusividade dos estrangeiros, porque os italianos o tomam apenas quando têm fome ou no café-da-manhã, aponta o barista.

Fonte: Revista Adega

Beber café ajuda a diminuir erros no trabalho

Segundo pesquisadores do London School of Hygiene and Tropical Medicine, em Londres, tomar café no horário do expediente ajuda os funcionários noturnos a cometer menos erros por falta de atenção.

Os trabalhadores noturnos são os que mais cometem erros, já que o corpo tende a diminuir o estado de alerta durante a noite, o que causa sonolência e aumenta a possibilidade de desatenção e pode ser fatal para algumas profissões como motoristas e médicos.

Por isso, o estudo, publicado pela revista Cochrane Database of Systematic Reviews analisou os resultados de 13 testes sobre os efeitos da cafeína no desempenho desses profissionais.

Os voluntários (entre 20 e 30 anos) foram divididos em dois grupos. O que ingeria café e outras bebidas contendo cafeína, e o grupo dos que não ingeriam. No final, ficou comprovado, inclusive neurologicamente, que aqueles que tomam cafeína têm menos chances de cometer erros do que os demais.

Também foi verificado uma melhora nos resultados de outros testes como de memória, atenção, percepção e raciocínio - provas que ajudam a verificar a propensão a cometer falhas simples.

Fonte: Revista Adega